Arcebispo contesta afastamento: não me omiti

Afastado nesta quarta-feira (6) pelo papa Francisco após acusações de ter acobertado casos de pedofilia, o arcebispo da Paraíba Aldo Pagotto, nega ter agido em benefício de padres suspeitos; “Fiz o que tinha que fazer: denunciei ao Ministério Público e ao Vaticano. Eu não me omiti. Confesso o meu excesso de misericórdia porque dei uma chance a pessoas que eu não conhecia bem”

Afastado nesta quarta-feira (6) pelo papa Francisco após acusações de ter acobertado casos de pedofilia, o arcebispo da Paraíba Aldo Pagotto, nega ter agido em benefício de padres suspeitos; “Fiz o que tinha que fazer: denunciei ao Ministério Público e ao Vaticano. Eu não me omiti. Confesso o meu excesso de misericórdia porque dei uma chance a pessoas que eu não conhecia bem”
Afastado nesta quarta-feira (6) pelo papa Francisco após acusações de ter acobertado casos de pedofilia, o arcebispo da Paraíba Aldo Pagotto, nega ter agido em benefício de padres suspeitos; “Fiz o que tinha que fazer: denunciei ao Ministério Público e ao Vaticano. Eu não me omiti. Confesso o meu excesso de misericórdia porque dei uma chance a pessoas que eu não conhecia bem” (Foto: Roberta Namour)

247 - Afastado nesta quarta-feira (6) pelo papa Francisco após acusações de ter acobertado casos de pedofilia, o arcebispo da Paraíba Aldo Pagotto, nega ter agido em benefício de padres suspeitos:

“Fiz o que tinha que fazer: denunciei ao Ministério Público e ao Vaticano. Eu não me omiti. Confesso o meu excesso de misericórdia porque dei uma chance a pessoas que eu não conhecia bem”, disse ele, em entrevista à “Folha de S. Paulo”.

Segundo ele, ao todo foram seis casos, todos na Paraíba. Em três deles os padres foram apontados como culpados e afastados, dois ainda estão sendo julgados e um foi inocentado – leia aqui.

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