Arthur: ‘é hora de sair da pauta do impeachment’

Uma das principais lideranças do PSDB, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, pulou definitivamente fora da canoa do impeachment – a pauta única do senador Aécio Neves (PSDB-MG); "Alguém quer criticar o governo, critique o governo, alguém quer elogiar o governo, elogie o governo, mas precisamos sair dessa pauta do impeachment, que paralisa o País, o Congresso e qualquer força criadora que nós possamos ter", disse; Virgílio participou do anúncio do novo ciclo do Plano de Ações Articuladas (PAR) para as escolas da região com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que também mandou recados importantes: "a oposição não pode querer o 'quanto pior, melhor', nem ficar com essa atitude revanchista em relação ao passado, em relação à eleição. Acabou a eleição, o Brasil continua"

www.brasil247.com - Uma das principais lideranças do PSDB, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, pulou definitivamente fora da canoa do impeachment – a pauta única do senador Aécio Neves (PSDB-MG); "Alguém quer criticar o governo, critique o governo, alguém quer elogiar o governo, elogie o governo, mas precisamos sair dessa pauta do impeachment, que paralisa o País, o Congresso e qualquer força criadora que nós possamos ter", disse; Virgílio participou do anúncio do novo ciclo do Plano de Ações Articuladas (PAR) para as escolas da região com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que também mandou recados importantes: "a oposição não pode querer o 'quanto pior, melhor', nem ficar com essa atitude revanchista em relação ao passado, em relação à eleição. Acabou a eleição, o Brasil continua"
Uma das principais lideranças do PSDB, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, pulou definitivamente fora da canoa do impeachment – a pauta única do senador Aécio Neves (PSDB-MG); "Alguém quer criticar o governo, critique o governo, alguém quer elogiar o governo, elogie o governo, mas precisamos sair dessa pauta do impeachment, que paralisa o País, o Congresso e qualquer força criadora que nós possamos ter", disse; Virgílio participou do anúncio do novo ciclo do Plano de Ações Articuladas (PAR) para as escolas da região com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que também mandou recados importantes: "a oposição não pode querer o 'quanto pior, melhor', nem ficar com essa atitude revanchista em relação ao passado, em relação à eleição. Acabou a eleição, o Brasil continua" (Foto: Gisele Federicce)


247 – O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio (PSDB), discursou contra a "pauta do impeachment" durante evento na capital amazonense com a participação do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, nesta quarta-feira 3. Os dois defenderam diálogo e "agenda positiva" entre governo e oposição para tirar o Brasil da crise.

Arthur Virgílio disse que "o Brasil não pode permitir que o ano de 2015, que foi infeliz, que o ano de 2016, que está sendo infeliz, que esses dois anos de crise contaminem negativamente 2017 e 2018 porque o Brasil não aguenta passar quatro anos em recessão". Ele ressaltou que "está na hora de fazermos um pacto nacional, em cima de projetos, propostas que são capazes de tirar o Brasil dessa crise".

"Se não sairmos dessa história de impeachment e de não impeachment... alguém quer criticar o governo, critique o governo, alguém quer elogiar o governo, elogie o governo, mas precisamos sair dessa pauta do impeachment, que paralisa o País, paralisa o Congresso, paralisa qualquer força criadora que nós possamos ter", discursou o tucano.

Ao agradecer a presença de Mercadante, o prefeito ressaltou que os dois, sempre em campos opostos, e às vezes com "muitas divergências", construíram "um respeito mútuo em que foi possível dialogar". O ministro esteve na capital para anunciar o novo ciclo do Plano de Ações Articuladas (PAR) para as escolas da região e promover uma reunião sobre o Programa Nacional de Alfabetização na Idade Certa.

Em sua fala, Mercadante disse estar "muito comprometido" com a proposta de Arthur Virgílio, que mesmo sendo "uma voz combativa na oposição", sempre dialogou com quem esteve do outro lado, a exemplo dele mesmo. "Essa é a beleza da democracia", comentou.

O ministro disse ainda que "a oposição não pode querer o 'quanto pior, melhor'. Porque quem paga essa conta é todo o povo brasileiro, principalmente os que mais precisam". Ele elogiou a proposta de "agenda positiva" mencionada pelo tucano.

"Precisamos de propostas que ajudem a resolver os problemas da sociedade, que se avance para frente e não fique com essa atitude revanchista em relação ao passado, em relação à eleição. Acabou a eleição, o Brasil continua e nós precisamos trabalhar juntos", afirmou.

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