Assembleia de Deus articula partido próprio

Pastores já coletam assinaturas para nova sigla; Igreja é hoje representada por dois candidatos à Presidência: Marina Silva, do PSB, e Pastor Everaldo, do PSC; no entanto, o coordenador do conselho político da Convenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB), pastor Lélis Marinho, indica fragilidade em relação com ex-senadora: “É curioso, mas temos que buscar interlocução com uma de nossas seguidoras. Ela não assumiu compromissos”

Pastores já coletam assinaturas para nova sigla; Igreja é hoje representada por dois candidatos à Presidência: Marina Silva, do PSB, e Pastor Everaldo, do PSC; no entanto, o coordenador do conselho político da Convenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB), pastor Lélis Marinho, indica fragilidade em relação com ex-senadora: “É curioso, mas temos que buscar interlocução com uma de nossas seguidoras. Ela não assumiu compromissos”
Pastores já coletam assinaturas para nova sigla; Igreja é hoje representada por dois candidatos à Presidência: Marina Silva, do PSB, e Pastor Everaldo, do PSC; no entanto, o coordenador do conselho político da Convenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB), pastor Lélis Marinho, indica fragilidade em relação com ex-senadora: “É curioso, mas temos que buscar interlocução com uma de nossas seguidoras. Ela não assumiu compromissos” (Foto: Roberta Namour)

247 - A Assembleias de Deus já começou a coletar assinaturas para criar seu próprio partido em 2015. Atualmente existem dois candidatos à Presidência representando a igreja: a candidata do PSB, Marina Silva, e o presidenciável pelo PSC, Pastor Everaldo. A base evangélica conta também com 22 deputados federais.

"Existe um pensamento em nos concentrarmos em um único partido, para que a nossa ação seja mais direcionada e eficaz. Como a lei eleitoral cria restrições para a migração de partido, as assinaturas para se criar uma nova sigla estão sendo providenciadas", afirma o coordenador do conselho político da Convenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB), pastor Lélis Marinho.

Em entrevista ao Valor, Marinho sinaliza na decisão uma fragilidade na relação com a ex-senadora: "Vejo a ascensão de Marina como um avanço. É uma possibilidade de diálogo com o governo dentro de outro ponto de vista, mas com ela ainda estamos estabelecendo um diálogo. É curioso, mas temos que buscar interlocução com uma de nossas seguidoras. Ela não assumiu compromissos", diz Marinho, que pondera: "A tendência do voto assembleano ir para ela é completamente natural. Somos a favor do Estado laico, mas um governante precisa ser alguém que tema a Deus. A falta de crença faz toda a diferença" (leia mais).

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