Auditor da Receita é preso pela PF no âmbito da Zelotes

Polícia Federal efetuou as prisões do auditor da Receita Federal Eduardo Cerqueira Leite e do empresário Mário Pagnozzi no âmbito da Operação Zelotes, que investiga desvios e perdão de dívidas no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) mediante pagamento de propinas; segundo as investigações, a empresa Pagnozzi & Associados Consultoria Empresarial pagou propina em troca de benefícios milionários no âmbito do Carf em prol do Bank of Boston

Polícia Federal efetuou as prisões do auditor da Receita Federal Eduardo Cerqueira Leite e do empresário Mário Pagnozzi no âmbito da Operação Zelotes, que investiga desvios e perdão de dívidas no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) mediante pagamento de propinas; segundo as investigações, a empresa Pagnozzi & Associados Consultoria Empresarial pagou propina em troca de benefícios milionários no âmbito do Carf em prol do Bank of Boston
Polícia Federal efetuou as prisões do auditor da Receita Federal Eduardo Cerqueira Leite e do empresário Mário Pagnozzi no âmbito da Operação Zelotes, que investiga desvios e perdão de dívidas no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) mediante pagamento de propinas; segundo as investigações, a empresa Pagnozzi & Associados Consultoria Empresarial pagou propina em troca de benefícios milionários no âmbito do Carf em prol do Bank of Boston (Foto: Paulo Emílio)

247 - A Polícia Federal efetuou as prisões do auditor da Receita Federal Eduardo Cerqueira Leite e do empresário Mário Pagnozzi no âmbito da Operação Zelotes, que investiga desvios e perdão de dívidas no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) mediante pagamento de propinas. Segundo o MP, Leite chefiava o esquema.

Segundo as investigações, a empresa Pagnozzi & Associados Consultoria Empresarial pagou propina em troca de benefícios milionários no âmbito do Carf em prol do Bank of Boston. A empresa de Pagnozzi recebeu R$ 44,9 milhões do banco, segundo as investigações. A denúncia do Ministério Público abrange o período entre 2006 e 2015.

O grupo envolvido no esquema teria recebido cerca de R$ 25,8 milhões para ajudar o Bank of Boston nos processos do Carf.

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