Ayres Britto: voz das ruas não pode anular voz das urnas

Ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Ayres Britto disse que a Justiça não pode “deixar de observar o devido processo legal” e que a democracia exige paciência e a “pressão pode ser inimiga da perfeição”; “a voz das ruas não pode ser considerada um terceiro turno das eleições e não pode se impor à voz das urnas”, afirmou; “vamos sair dessa crise, sem golpe, sem virar a mesa”

O ex-ministro do STF, Carlos Ayres Britto durante homenagem ao ministro do STF, Luís Roberto Barroso, no encerramento do 15º Congresso Brasileiro de Direito do Estado, no TJRJ (Fernando Frazão/Agência Brasil)
O ex-ministro do STF, Carlos Ayres Britto durante homenagem ao ministro do STF, Luís Roberto Barroso, no encerramento do 15º Congresso Brasileiro de Direito do Estado, no TJRJ (Fernando Frazão/Agência Brasil) (Foto: Roberta Namour)

247 – Em palestra no Insper, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Ayres Britto disse que a “Lava Jato está revelando um enquadrilhamento, uma organização criminosa que perdeu a noção do limite”, mas também indicou “preocupação com eventuais desvios”.

Segundo ele, a Justiça não poder “deixar de observar o devido processo legal” e que a democracia exige paciência e a “pressão pode ser inimiga da perfeição”.

‘A voz das ruas não pode ser considerada um terceiro turno das eleições e não pode se impor à voz das urnas. Vamos sair dessa crise, sem golpe, sem virar a mesa’, acrescentou.

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