Barroso diz ser contra adiamento das eleições, mas lembra que decisão é do Congresso

"É um equívoco sob múltiplos pontos de vista", afirmou o ministro Luis Roberto Barroso, que assume a presidência do Tribunal Superior Eleitoral em mai, sobre adiamento das eleições municipais de outubro

Ministro Roberto Barroso durante sessão da 1ª turma do STF.
Ministro Roberto Barroso durante sessão da 1ª turma do STF. (Foto: Nelson Jr./SCO/STF 11/02/2020)
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247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luis Roberto Barroso, afirmou nesta sexta-feira (10), afirma que é cedo para uma definição sobre um possível adiamento das eleições municipais de outubro, mas lembrou que quem pode fazer isso é o Congresso. A informação é do jornal O Estado de São Paulo.

"A mudança de data da eleição depende do Congresso. Se tivermos que adiar por dois meses, que possamos realizar no primeiro domingo de dezembro", disse, em entrevista à rádio BandNews.

Barroso assumirá em maio a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo ele, há questões técnicas a serem cumpridas até junho como os testes das urnas. "E, quero lembrar, nunca se conseguiu provar nada contra as urnas eletrônicas", acrescentou ele, em referência às declarações de Jair Bolsonaro que disse, sem apresentar provas, que as eleições foram fraudadas. 

"É um equívoco sob múltiplos pontos de vista", afirmou. 

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