BNDES libera financiamento para empreiteiras que negociam delações

Não passou desapercebida a informação, divulgada pelo Valor Econômico, de que a presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos, formou força – tarefa para destravar o atraso do financiamento de projetos de infraestrutura; a liberação envolve projetos como os do aeroporto do Galeão, no Rio, e da rodovia BR-163, no Mato Grosso - concessões arrematadas pela Odebrecht Transport; a determinação de Maria Silvia Bastos acontece no momento em as empreiteiras Odebrech e OAS negociam acordos de delação premiada, que prometem ter grande impacto na política brasileira

Não passou desapercebida a informação, divulgada pelo Valor Econômico, de que a presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos, formou força – tarefa para destravar o atraso do financiamento de projetos de infraestrutura; a liberação envolve projetos como os do aeroporto do Galeão, no Rio, e da rodovia BR-163, no Mato Grosso - concessões arrematadas pela Odebrecht Transport; a determinação de Maria Silvia Bastos acontece no momento em as empreiteiras Odebrech e OAS negociam acordos de delação premiada, que prometem ter grande impacto na política brasileira
Não passou desapercebida a informação, divulgada pelo Valor Econômico, de que a presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos, formou força – tarefa para destravar o atraso do financiamento de projetos de infraestrutura; a liberação envolve projetos como os do aeroporto do Galeão, no Rio, e da rodovia BR-163, no Mato Grosso - concessões arrematadas pela Odebrecht Transport; a determinação de Maria Silvia Bastos acontece no momento em as empreiteiras Odebrech e OAS negociam acordos de delação premiada, que prometem ter grande impacto na política brasileira (Foto: Valter Lima)

247 - Não passou desapercebida a informação, divulgada pelo Valor Econômico, de que a presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Maria Silvia Bastos, formou força – tarefa para destravar o atraso do financiamento de projetos de infraestrutura. A liberação envolve projetos como os do aeroporto do Galeão, no Rio, e da rodovia BR-163, no Mato Grosso - concessões arrematadas pela Odebrecht Transport.

A determinação de Maria Silvia Bastos acontece no momento em as empreiteiras Odebrech e OAS negociam acordos de delação premiada, que prometem ter grande impacto na política brasileira. A Odebrecht, por exemplo, afirmou a procuradores da Lava Jato, em tratativas para negociar sua delação premiada, que o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) cobrou propina em obras como o metrô e a reforma do Maracanã para a Copa do Mundo de 2014.

Segundo os delatores, o ex-governador tinha como regra cobrar da empreiteira o pagamento de 5% do valor total dos contratos das obras. Dentre os financiamentos que serão analisados pela força-tarefa do BNDES para agilização da liberação de recursos estão R$ 989 milhões para a Linha 4 do metrô do Rio de Janeiro para as Olimpíadas.

De acordo com a diretora do BNDES Marilene Ramos a força-tarefa foi montada pelo banco com o Ministério da Fazenda e agências reguladoras para "entender quais são os riscos, e quais as questões que estão atrasando" os financiamentos. "Tem que dar a solução. O que não pode é um problema ser rolado", disse.

A presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos, presidiu Empresa Olímpica Municipal, estatal, ligada à prefeitura de Eduardo Paes (PMDB), que coordena a execução e coordenação de projetos dos Jogos Olímpicos. Em 2014, abandou o posto para integrar a campanha presidencial do tucano Aécio Neves.

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