Boeing pode controlar 90% da aviação comercial da Embraer

A Boeing apresentou na semana passada um projeto, segundo o qual a companhia norte-americana controlaria entre 80% e 90% de uma empresa, que seria criada para adquirir praticamente toda a área de aviação comercial da Embraer; a Boeing pretende incorporar tanto a produção de jatos regionais, quanto executivos e o projeto foi bem recebido pelo governo

A Boeing apresentou na semana passada um projeto, segundo o qual a companhia norte-americana controlaria entre 80% e 90% de uma empresa, que seria criada para adquirir praticamente toda a área de aviação comercial da Embraer; a Boeing pretende incorporar tanto a produção de jatos regionais, quanto executivos e o projeto foi bem recebido pelo governo
A Boeing apresentou na semana passada um projeto, segundo o qual a companhia norte-americana controlaria entre 80% e 90% de uma empresa, que seria criada para adquirir praticamente toda a área de aviação comercial da Embraer; a Boeing pretende incorporar tanto a produção de jatos regionais, quanto executivos e o projeto foi bem recebido pelo governo (Foto: Romulo Faro)

Sputnik

A Boeing apresentou na semana passada um projeto, segundo o qual a companhia norte-americana controlaria entre 80% e 90% de uma empresa, que seria criada para adquirir praticamente toda a área de aviação comercial da Embraer, informou Valor Econômico nesta terça-feira.

Segundo Valor Econômico, a Boeing pretende incorporar tanto a produção de jatos regionais, quanto executivos e o projeto foi bem recebido pelo governo.

O projeto ainda deverá passar por um processo de negociação em Brasília e, se o governo autorizar, a proposta será apresentada para apreciação dos acionistas.

A manobra da Boeing visa manter a estrutura atual da Embraer inalterada, evitando, inclusive e por hora, interferir no setor de defesa da fabricante brasileira. Os contratos de defesa foram o argumento ao qual o governo recorreu para ameaçar veto à uma possível venda da Embraer em dezembro do ano passado.

No caso dos planos da Boeing avançarem, a Embraer só terá direito ao fluxo de dividendos entre 10% e 20% da nova empresa.

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