Boff ao 247: Judiciário coordena o golpe

Em vídeo ao 247, o teólogo e escritor Leonardo Boff afirmou nesta quinta-feira, 26, que o poder Judiciário é "verdadeiro coordenador do golpe", ao comentar sobre a decisão da juíza Carolina Lebbos, que negou a sua visita ao ex-presidente Lula em Curitiba; Boff chamou atenção para a proibição, determinada pela juíza Lebbos, da visita de um médico ao ex-presidente Lula; "Ficou claro para mim que nós vivemos num regime de exceção, onde as leis não valem, a Constituição não conta, o que conta é o arbítrio dos juízes", afirmou

Em vídeo ao 247, o teólogo e escritor Leonardo Boff afirmou nesta quinta-feira, 26, que o poder Judiciário é "verdadeiro coordenador do golpe", ao comentar sobre a decisão da juíza Carolina Lebbos, que negou a sua visita ao ex-presidente Lula em Curitiba; Boff chamou atenção para a proibição, determinada pela juíza Lebbos, da visita de um médico ao ex-presidente Lula; "Ficou claro para mim que nós vivemos num regime de exceção, onde as leis não valem, a Constituição não conta, o que conta é o arbítrio dos juízes", afirmou
Em vídeo ao 247, o teólogo e escritor Leonardo Boff afirmou nesta quinta-feira, 26, que o poder Judiciário é "verdadeiro coordenador do golpe", ao comentar sobre a decisão da juíza Carolina Lebbos, que negou a sua visita ao ex-presidente Lula em Curitiba; Boff chamou atenção para a proibição, determinada pela juíza Lebbos, da visita de um médico ao ex-presidente Lula; "Ficou claro para mim que nós vivemos num regime de exceção, onde as leis não valem, a Constituição não conta, o que conta é o arbítrio dos juízes", afirmou (Foto: Aquiles Lins)

247 - O teólogo e escritor Leonardo Boff afirmou nesta quinta-feira, 26, em vídeo ao 247, que o poder Judiciário é "verdadeiro coordenador do golpe", ao comentar sobre a decisão da juíza Carolina Lebbos, que não permitiu seu acesso para visitar o ex-presidente Lula na sede da Polícia Federal em Curitiba.

"Vivemos num regime de exceção, onde o Judiciário é que tem nas mãos o poder e negou visita a Lula a um Prêmio Nobel da Paz, que é Adolfo Perez Esquivel, que tem esse privilégio de entrar em todas as prisões, todos os lugares de conflito, para mediar e criar a paz, seja na China ou Israel", disse Boff.

Leonardo Boff chamou atenção para a proibição, determinada pela juíza Lebbos, da visita de um médico ao ex-presidente Lula. "Imagine se acontecer alguma coisa com o Lula, não poderíamos perdê-lo, isso é um crime de falta de assistência. Eu me admiro muito que nem OAB, nem o Judiciário tomou nenhuma posição!, afirmou.  

"Ficou claro para mim que nós vivemos num regime de exceção, onde as leis não valem, a Constituição não conta, o que conta é o arbítrio dos juízes", afirmou. 

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