Boff: México acompanha Lula e também teme ascenso do autoritarismo

"Estou há uma semana no México falando em várias universidades sobre sustentabilidade e a crise ecológica. Percebi nos debates que acompanham de perto o destino de Lula e do PT. O que se passa no Brasil temem passar-se tb em outros países da A.Latina: o ascenso do autoritarismo", afirmou o teólogo e escritor Leonardo Boff

Boff: México acompanha Lula e também teme ascenso do autoritarismo
Boff: México acompanha Lula e também teme ascenso do autoritarismo (Foto: Esq.: ABR / Dir.: Stuckert)

247 - O teólogo e escritor Leonardo Boff destacou a percepção em outros países sobre a situação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado sem provas no processo do triplex em Guarujá e com prisão de ordem emitida sem o esgotamento de todos os recursos judiciais.

"Estou há uma semana no México falando em várias universidades sobre sustentabilidade e a crise ecológica. Percebi nos debates que acompanham de perto o destino de Lula e do PT. O que se passa no Brasil temem passar-se tb em outros países da A.Latina: o ascenso do autoritarismo", escreveu o estudioso em sua conta no Twitter.

O Comitê de Direitos Humanos da ONU pronunciou-se oficialmente na semana passada e afirmou que Lula tem direito de ser candidato a presidente. A ONU determinou ao Estado Brasileiro que "tome todas as medidas necessárias para que para permitir que o autor [Lula] desfrute e exercite seus direitos políticos da prisão como candidato nas eleições presidenciais de 2018, incluindo acesso apropriado à imprensa e a membros de seu partido politico" e para "não impedir que o autor [Lula] concorra nas eleições presidenciais de 2018 até que todos os recursos pendentes de revisão contra sua condenação sejam completados em um procedimento justo e que a condenação seja final".

O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Eunício de Oliveira (MDB-CE), divulgou nota oficial na noite desta quinta (23) qual afirma que "o Brasil é signatário do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos e de seus Protocolos Facultativos", que o tratado tramitou nas duas Casas do Congresso e "foi promulgado" e, por isso, está "em pleno vigor".

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