"Bolsonaro está incendiando a credibilidade internacional do Brasil", diz Mercadante

"O Congresso precisa reagir imediatamente, Bolsonaro precisa ser detido no seu despreparo e insanidade, antes que seja tarde", adverte o ex-ministro Aloízio Mercadante. Ele cita as medidas recentes do governo sobre a Amazônia

Brasília - O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, participa do 1º Encontro Nacional dos Fóruns Permanentes de Educação, com o tema Direito à educação para sociedade democrática (JoséCruz/Agência Brasil)
Brasília - O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, participa do 1º Encontro Nacional dos Fóruns Permanentes de Educação, com o tema Direito à educação para sociedade democrática (JoséCruz/Agência Brasil)

247 - O ex-ministro Aloizio Mercadante elencou a série de medidas do governo Jair Bolsonaro que estão destruindo a credibilidade internacional do país. Mercadante defende que o Congresso deve reagir a essa "insanidade, antes que seja tarde".

"Bolsonaro está incendiando a credibilidade internacional do Brasil", enfatiza o ex-ministro, que cita a demissão do diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Ricardo Galvão, enfatizando se tratar de "um profissional de carreira no setor público com excelente formação, produção acadêmica e científica".

"Depois está mudando a metodologia consolidada e respeitada de fiscalização do desmatamento da Amazônia. Em seguida, inviabilizou o Fundo Amazônia, uma experiência única e exitosa de parceria internacional que é indispensável para os governos, ONG’s  e prefeituras da Amazônia participaram das ações de controle e combate ao desmatamento", lembra Mercadante.

E acrescenta: "Os incêndios avançam, o desmatamento avança e a credibilidade do Brasil no concerto das nações, duramente construída, está sendo destruída, com graves e previsíveis consequências. Toda comunidade cientifica internacional registra o avanço do aquecimento global com consequências crescentes e potencialmente devastadoras". 

O ex-ministro salienta ainda que o governo "liberou sem qualquer estudo ou critério mais de 700 agrotóxicos, comprometendo a qualidade da produção agrícola brasileira".

"O Congresso precisa reagir imediatamente, Bolsonaro precisa ser detido no seu despreparo e insanidade, antes que seja tarde", advertiu.

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