Bolsonaro faz governo da morte, diz cientista político

Para Alberto Carlos Almeida, o autor de dos livros A cabeça do brasileiro, A cabeça do eleitor, e O voto do brasileiro, a lista de tragédias patrocinadas pela gestão de Jair Bolsonaro continuará crescendo; "Para esses mortos não importa mais o desemprego, a situação fiscal do país ou as políticas púbicas. Eles simplesmente deixaram brutalmente de existir"

Bolsonaro faz governo da morte, diz cientista político
Bolsonaro faz governo da morte, diz cientista político (Foto: Divulgação)
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247 - Um governo da morte. É assim que o cientista político Alberto Carlos Almeida classifica o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) nestes primeiros quatro meses de mandato. Em uma postagem em suas redes sociais neste sábado (20), Alberto relata ações do governo ignorando ações violentas e ainda o fim de programas sociais importantes para quem é mais pobre.

"80 tiros do Exército matam dois inocentes, nenhuma autoridade vem a público com uma palavra de apoio e consolo às famílias, nenhuma autoridade comparece nos velórios e enterros, programa "Mais médicos" sendo desmontado, milhares sem consulta médica que salva vidas, "Farmácia Popular" sendo desmantelada, milhares sem medicamentos que salvam vidas, nenhuma visita de autoridade à comunidade da Muzema onde 20 morreram soterrados, polícia do Rio bate recorde de assassinatos nos dois primeiros meses do ano, porteiro morto com um tiro na cabeça desferido de longa distância em Manguinhos, no Rio", relata Alberto.

Para o autor de dos livros A cabeça do brasileiro, A cabeça do eleitor, e O voto do brasileiro, a lista de tragédias patrocinadas pela gestão de Jair Bolsonaro continuará crescendo. "Para esses mortos não importa mais o desemprego, a situação fiscal do país ou as políticas púbicas. Eles simplesmente deixaram brutalmente de existir", finaliza.

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