Bolsonaro mantém aprovação mesmo após prisão de Queiroz na casa do advogado do clã

A popularidade de Jair Bolsonaro permanece estável na semana seguinte à prisão do ex-assessor de sua família Fabrício Queiroz e num ambiente de crise política e instabilidade, segundo o Datafolha. Ele mantém a aprovação (ótimo e bom) de 32% da população e é rejeitado por 44%

(Foto: Isac Nóbrega - PR)
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247 - Segundo pesquisa do Datafolha, Bolsonaro manteve sua aprovação em 32%, o mesmo índice do fim de maio (33%).

Jair Bolsonaro é rejeitado por 44% da população. Na pesquisa anterior, este índice era de 43%. Os que avaliam Bolsonaro como regular estacionaram nos 23% (eram 22%).

Para 46%, Bolsonaro não merece confiança, enquanto 20% dizem que sempre confiam e 32% confiam às vezes. 

O Datafolha ouviu 2.016 pessoas por telefone nos dias 23 e 24 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, informa a Folha de S.Paulo.

O presidente segue sendo o mais mal avaliado da história em seu primeiro mandato desde a volta das eleições diretas para o Planalto no pós-ditadura, em 1989.

Antes dele, o pior índice era de Fernando Collor. Com ano e seis meses de gestão, em setembro de 1991, o hoje senador amargava 41% de rejeição. Acabou impedido em 1992.

Fernando Henrique Cardoso (PSDB) era rejeitado por 25% na mesma altura de seu primeiro mandato, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) era por 17% e Dilma Rousseff (PT), por 5%.

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