Bolsonaro volta a disparar contra o Enem e defende questão pró-ditadura militar na prova

"Se eu pudesse interferir, pode ter certeza a prova estaria marcada para sempre com questões objetivas, não com questões ideológicas”, disse Bolsonaro que é fã de Brilhante Ustra, um dos maiores torturadores da ditadura militar

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Bolsonaro e policiais militares (Foto: Marcos Corrêa / PR)
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247 - Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a criticar nesta quarta-feira (24) a edição atual da prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e disse que, se pudesse, incluiria pergunta pró-ditadura militar (1964-1985) na avaliação. A reportagem é do jornal Folha de S.Paulo. 

"Se eu pudesse interferir, pode ter certeza a prova estaria marcada para sempre com questões objetivas, não com questões ideológicas, como ainda vimos nessa prova", disse o presidente durante evento sobre escolas cívico-militares, no Palácio do Planalto.

Bolsonaro é defensor da ditadura militar, bajula o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, um dos principais símbolos da repressão e da tortura do período, e propôs que o Enem tratasse o golpe militar de 1964 como uma revolução.

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No evento, o presidente não confirmou nem negou que tentou interferir na prova deste ano, mas disse tem o desejo de inserir pergunta sobre o tema.

"Na imprensa saiu que eu queria botar matéria da ditadura militar. Não vou discutir se foi ou não foi ditadura, mas eu queria botar sim, uma questão", disse o presidente.

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