Bolsonaro volta a falar em militarizar a Amazônia contra 'interesses internacionais'

"Para (Amazônia) ser nossa tem que ter as Forças Armadas preparadas. É igual você ter uma riqueza. Se não tiver segurança, você vai perder essa riqueza", disse Jair Bolsonaro. Ele também criticou a atuação de ONGs na região da Amazônia Legal

Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 - Jair Bolsonaro voltou a falar em manter as Forças Armadas “preparadas” para defender a Amazônia de interesses internacionais. Declaração foi feita após a revelação de um documento elaborado pelo Conselho da Amazônia Legal, presidido pelo vice-presidente Hamilton Mourão, que aponta a China como um dos interessados nos recurso naturais da região, com destaque para a água. Em outubro, ele já havia dito ser preciso “dissuadir” o interesse internacional  com "Forças Armadas preparadas".

"Para (Amazônia) ser nossa tem que ter as Forças Armadas preparadas. É igual você ter uma riqueza. Se não tiver segurança, você vai perder essa riqueza", disse Bolsonaro nesta terça-feira (10) após ser questionado por apoiadores sobre o assunto na porta do Palácio da Alvorada, de acordo com reportagem do jornal O Estado de S. Paulo

Bolsonaro também defendeu a criação de um “marco legal” para controlar as ONGs que atuam no país, permitindo que somente as que atenderem os “interesses nacionais” possam continuar suas atividades na região a Amazônia Legal. “As ongs continuam a vontade na Amazônia. Querem que eu vá lá e tire na unha os caras?", disse Bolsonaro após um apoiador pedir mais apoio para os garimpeiros que atuam na área. 

 

O conhecimento liberta. Saiba mais

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247