Boulos: 'apequenar' o STF é se omitir diante de uma condenação sem provas

Líder do MTST e da frente Povo Sem Medo, Guilherme Boulos rebateu nesta terça-feira, 30, a presidente do STF, ministra Carmén Lúcia, que disse que o STF iria "se apequenar" caso rediscutisse a prisão em segunda instância após a condenação o ex-presidente ser condenado pelo TRF-4; "Ministra Carmen Lucia, 'apequenar' o STF é se omitir diante de uma condenação sem provas e com evidente viés político", escreveu Boulos em sua página no Twitter

Líder do MTST e da frente Povo Sem Medo, Guilherme Boulos rebateu nesta terça-feira, 30, a presidente do STF, ministra Carmén Lúcia, que disse que o STF iria "se apequenar" caso rediscutisse a prisão em segunda instância após a condenação o ex-presidente ser condenado pelo TRF-4; "Ministra Carmen Lucia, 'apequenar' o STF é se omitir diante de uma condenação sem provas e com evidente viés político", escreveu Boulos em sua página no Twitter
Líder do MTST e da frente Povo Sem Medo, Guilherme Boulos rebateu nesta terça-feira, 30, a presidente do STF, ministra Carmén Lúcia, que disse que o STF iria "se apequenar" caso rediscutisse a prisão em segunda instância após a condenação o ex-presidente ser condenado pelo TRF-4; "Ministra Carmen Lucia, 'apequenar' o STF é se omitir diante de uma condenação sem provas e com evidente viés político", escreveu Boulos em sua página no Twitter (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, rebateu nesta terça-feira, 30, declaração da presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Carmén Lúcia, que vê como "apequenar" o STF discutir sobre a revisão de regras de prisão, após o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ser condenado em segunda instância. 

"Ministra Carmen Lucia, 'apequenar' o STF é se omitir diante de uma condenação sem provas e com evidente viés político", escreveu Boulos em sua página no Twitter.

A ministra indicou que ela não tomará a iniciativa de pautar ações que tratam do tema, mesmo que não tenham relação direta com o caso de Lula. "Não creio que um caso específico geraria uma pauta diferente. Isso seria realmente apequenar o Supremo", disse na noite desta segunda-feira (29), ao ser questionada sobre o caso do petista.

Cármen negou que tenha discutido o assunto com colegas do STF nos últimos dias. "Não conversei sobre esse assunto com ninguém. Os ministros estão em recesso", afirmou (leia mais).

 

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