Boulos: 'Eles acham que vai haver silêncio? Não vai ser assim'

Um dos líderes da resistência à prisão de Lula e pré-candidato a presidente pelo PSOL, Boulos lembrou que há quase 40 anos, o Sindicato dos Metalúrgicos, em São Bernardo, foi invadido pela ditadura e agora, quatro décadas depois, volta a ser um local de resistência; "É um momento histórico na luta pela democracia. A prisão de Lula é um acinte, um ataque à democracia. Estar com Lula é defender a democracia e o Brasil. Vamos resistir!", afirmou

Um dos líderes da resistência à prisão de Lula e pré-candidato a presidente pelo PSOL, Boulos lembrou que há quase 40 anos, o Sindicato dos Metalúrgicos, em São Bernardo, foi invadido pela ditadura e agora, quatro décadas depois, volta a ser um local de resistência; "É um momento histórico na luta pela democracia. A prisão de Lula é um acinte, um ataque à democracia. Estar com Lula é defender a democracia e o Brasil. Vamos resistir!", afirmou
Um dos líderes da resistência à prisão de Lula e pré-candidato a presidente pelo PSOL, Boulos lembrou que há quase 40 anos, o Sindicato dos Metalúrgicos, em São Bernardo, foi invadido pela ditadura e agora, quatro décadas depois, volta a ser um local de resistência; "É um momento histórico na luta pela democracia. A prisão de Lula é um acinte, um ataque à democracia. Estar com Lula é defender a democracia e o Brasil. Vamos resistir!", afirmou (Foto: Aquiles Lins)

Da Rede Brasil Atual - Resistir. Essa é a posição de Guilherme Boulos, pré-candidato à Presidência da República pelo Psol e líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). "Eles acham que vai haver silêncio? Não vai ser assim", afirmou, em entrevista à Rádio Brasil Atual, no início da tarde desta sexta-feira (6).

Boulos lembrou que há quase 40 anos, o Sindicato dos Metalúrgicos, em São Bernardo, foi invadido pela ditadura e agora, quatro décadas depois, volta a ser um local de resistência. "É um momento histórico na luta pela democracia. A prisão de Lula é um acinte, um ataque à democracia. Estar com Lula é defender a democracia e o Brasil. Vamos resistir!", afirmou.

O pré-candidato e líder do MTST disse que a orientação para os movimentos sociais, militantes e população em geral, é que todos se dirijam ao sindicato, no ABC paulista. "A resistência é aqui", declarou, ponderando, porém, que outros atos também estão acontecendo em diversas cidades do Brasil.

Leia o texto na íntegra.

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