Boulos promete ação radical contra Temer

"O governo Temer, se vier a ocorrer, vai padecer de um questionamento de legitimidade, de alguém que não foi eleito no voto direto e tem 1% das intenções de voto. Junto com o golpe vem um pacote de devassa nos direitos sociais, trabalhistas. Isso intensificará mobilizações e aprofundamento do conflito social", alerta Guilherme Boulos, líder do MTST; ele diz ainda que o Brasil poderá ser tomado por uma onda inédita de greves e ocupações de rua, caso o impeachment venha a ser aprovado por Temer e pelo deputado Eduardo Cunha, a quem chamou de "rato"; "Se um governo quer acabar com o Minha Casa, Minha Vida, extinguindo o subsídio público, como você acha que vai ser a reação das seis milhões de famílias que não têm moradia? Fazer ocupação", disse Boulos

"O governo Temer, se vier a ocorrer, vai padecer de um questionamento de legitimidade, de alguém que não foi eleito no voto direto e tem 1% das intenções de voto. Junto com o golpe vem um pacote de devassa nos direitos sociais, trabalhistas. Isso intensificará mobilizações e aprofundamento do conflito social", alerta Guilherme Boulos, líder do MTST; ele diz ainda que o Brasil poderá ser tomado por uma onda inédita de greves e ocupações de rua, caso o impeachment venha a ser aprovado por Temer e pelo deputado Eduardo Cunha, a quem chamou de "rato"; "Se um governo quer acabar com o Minha Casa, Minha Vida, extinguindo o subsídio público, como você acha que vai ser a reação das seis milhões de famílias que não têm moradia? Fazer ocupação", disse Boulos
"O governo Temer, se vier a ocorrer, vai padecer de um questionamento de legitimidade, de alguém que não foi eleito no voto direto e tem 1% das intenções de voto. Junto com o golpe vem um pacote de devassa nos direitos sociais, trabalhistas. Isso intensificará mobilizações e aprofundamento do conflito social", alerta Guilherme Boulos, líder do MTST; ele diz ainda que o Brasil poderá ser tomado por uma onda inédita de greves e ocupações de rua, caso o impeachment venha a ser aprovado por Temer e pelo deputado Eduardo Cunha, a quem chamou de "rato"; "Se um governo quer acabar com o Minha Casa, Minha Vida, extinguindo o subsídio público, como você acha que vai ser a reação das seis milhões de famílias que não têm moradia? Fazer ocupação", disse Boulos (Foto: Leonardo Attuch)

247 – À frente do MTST, movimento que defende o direito à moradia, Guilherme Boulos prevê uma onda inédita de radicalização no País, caso o impeachment venha a ser aprovado e o vice Michel Temer venha a assumir a presidência da República.

"Com Temer, junto com o golpe vem um pacote de terra arrasada, de devassa nos direitos sociais e de reforma trabalhista para acabar com os direitos trabalhistas", disse Boulos, ao jornal Valor (leia aqui sua entrevista). "Dizer que o país vai ser incendiado por mobilizações sociais se vierem com esse programa é quase uma obviedade, não é nenhuma ameaça", completou Boulos, na entrevista em que chamou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de "rato operador" de Temer.

Boulos diz, ainda, que Temer não terá legitimidade para presidir o País. "O governo Temer, se vier a ocorrer, vai padecer de um questionamento de legitimidade, de alguém que não foi eleito no voto direto e tem 1% das intenções de voto. Junto com o golpe vem um pacote de devassa nos direitos sociais, trabalhistas. Isso intensificará mobilizações e aprofundamento do conflito social."

FHC envergonhado

Ele também questionou uma ação do DEM e do PSDB, que pediram sua prisão por supostamente incitar a violência. "Se Temer de fato ousar vir com essa pauta que anunciou, ele vai convulsionar a sociedade. Dizer que vai fazer união nacional com reforma trabalhista que ataca direitos sociais é uma piada. O Brasil vai ser tomado por greves, mobilizações, lutas diárias, ocupações. Outro dia eu disse isso e o DEM e o PSDB entraram na Justiça pedindo a minha prisão, dizendo que eu estava incitando a violência. É importante fazer um esclarecimento sobre isso. Um governo que generaliza a terceirização, que vai fazer a desindexação do salário mínimo, vai atacar a aposentadoria, como você acha que vai ser a reação dos trabalhadores? Vão usar os instrumentos que têm, vão fazer greve, paralisações. Se um governo quer acabar com o Minha Casa, Minha Vida, extinguindo o subsídio público, como você acha que vai ser a reação das seis milhões de famílias que não têm moradia? Fazer ocupação."

Boulos diz que o programa "Ponte para o Futuro" está tão à direita que até Fernando Henrique Cardoso, conhecido por sua agenda neoliberal, "ficaria envergonhado".

 

 

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