Boulos: que a OCDE vá cuidar do seu quintal

O coordenador nacional do MTST, Guilherme Boulos, criticou no Twitter a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) por defender que o governo de Michel Temer pague benefícios previdenciários abaixo do salário mínimo, com o objetivo de "equilibrar as contas do país"; "Nada sobre taxação de grandes fortunas e aumento dos impostos para os milionários. Que a OCDE vá cuidar do seu quintal!", disse

O coordenador nacional do MTST, Guilherme Boulos, criticou no Twitter a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) por defender que o governo de Michel Temer pague benefícios previdenciários abaixo do salário mínimo, com o objetivo de "equilibrar as contas do país"; "Nada sobre taxação de grandes fortunas e aumento dos impostos para os milionários. Que a OCDE vá cuidar do seu quintal!", disse
O coordenador nacional do MTST, Guilherme Boulos, criticou no Twitter a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) por defender que o governo de Michel Temer pague benefícios previdenciários abaixo do salário mínimo, com o objetivo de "equilibrar as contas do país"; "Nada sobre taxação de grandes fortunas e aumento dos impostos para os milionários. Que a OCDE vá cuidar do seu quintal!", disse (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, criticou no Twitter a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) por defender que o governo de Michel Temer pague benefícios previdenciários abaixo do salário mínimo, com o objetivo de "equilibrar as contas do país".

"Relatório da OCDE quer que o Brasil mude aposentadoria da população para diminuir os gastos. Sugere até desvincular o valor da aposentadoria do salário mínimo. Nada sobre taxação de grandes fortunas e aumento dos impostos para os milionários. Que a OCDE vá cuidar do seu quintal!", escreveu Boulos.

Segundo um trecho do documento da organização, "um pacote de reformas que desconectasse o nível do benefício mínimo previdenciário do nível do salário mínimo e que, ao mesmo tempo, deslocasse pelo menos uma parte dessa economia para o Bolsa Família poderia ter feito a desigualdade diminuir 63% mais rapidamente nos últimos anos".

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