Boulos: ‘se Temer chama de progresso o que fez com o Brasil, imagine o que ocorrerá com o Rio agora’

O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MST), Guilherme Boulos, criticou Michel Temer, após a declaração do emedebista sobre o decreto que prevê a intervenção das Forças Armadas no Rio; em pronunciamento, Temer disse: “Nós que já resgatamos o progresso no nosso país, e retiramos o país da pior recessão da sua história, agora vamos restabelecer a ordem”; no Twitter, Boulos afirmou que, se ele (Temer) chama de progresso o que fez com o Brasil, imagine o que ocorrerá com o Rio de Janeiro agora"

Boulos: ‘se Temer chama de progresso o que fez com o Brasil, imagine o que ocorrerá com o Rio agora’
Boulos: ‘se Temer chama de progresso o que fez com o Brasil, imagine o que ocorrerá com o Rio agora’ (Foto: Lula Marques/Agência PT)

247 - O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MST), Guilherme Boulos, criticou Michel Temer, após a declaração do emedebista sobre o decreto que prevê a intervenção das Forças Armadas no estado do Rio de Janeiro.

Em pronunciamento, Temer disse: “Nós que já resgatamos o progresso no nosso país, e retiramos o país da pior recessão da sua história, agora vamos restabelecer a ordem”.

Em sua conta no Twitter, Boulos afirmou que, se ele (Temer) chama de progresso o que fez com o Brasil, imagine o que ocorrerá com o Rio de Janeiro agora".

Com a medida, as Forças Armadas assumirão a responsabilidade do comando das polícias Civil e Militar no estado do Rio até o dia 31 de dezembro de 2018. O interventor federal será o general Walter Souza Braga Netto, comandante do Leste. Ele também assumirá o comando da Secretaria de Administração Penitenciária e do Corpo de Bombeiros.

Ainda segundo a proposta, o interventor federal ficará subordinado à presidência da República e poderá "requisitar, se necessário, os recursos financeiros, tecnológicos, estruturais e humanos do estado do Rio de Janeiro afetos ao objeto e necessários à consecução do objetivo da intervenção".

Também será possível, durante a intervenção, requisitar servidores e servidores da Secretaria de Estado de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, para ações de segurança pública determinadas pelo interventor.

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