Bretas, da primeira instância, vai às redes sociais e ataca Gilmar, do STF

Juiz federal Marcelo Bretas, responsável pelos inquéritos da Lava Jato no Rio de Janeiro, usou sua conta no Twitter para criticar a decisão do ministro do STF Gilmar Mendes que determinou que as audiências da Operação Ponto Final – que apura o pagamento de propinas a políticos por parte de empresários de ônibus fluminenses – fossem refeitas; Em sua postagem, Bretas utilizou uma frase do historiador Jaime Pinsky que afirma que em "em uma sociedade democrática o juiz não deve privilegiar amigos, parentes ou pessoas pelas quais sente afinidade"

Bretas, da primeira instância, vai às redes sociais e ataca Gilmar, do STF
Bretas, da primeira instância, vai às redes sociais e ataca Gilmar, do STF
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247 - O juiz federal Marcelo Bretas, responsável pelos inquéritos da Lava Jato no Rio de Janeiro, usou sua conta no Twitter para criticar a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes que determinou que as audiências da Operação Ponto Final – que apura o pagamento de propinas a políticos por parte de empresários de ônibus fluminenses – fossem refeitas.

Em sua postagem, Bretas utilizou uma frase do historiador Jaime Pinsky que afirma que em "em uma sociedade democrática o juiz não deve privilegiar amigos, parentes ou pessoas pelas quais sente afinidade".

A frase é uma referência indireta ao fato de Gilmar atender aos pedidos feitos pela defesa do empresário Jacob Barata Filho. O ministro foi padrinho de casamento da filha do empresário. No ano passado, Gilmar concedeu três habeas corpus em favor do empresário, sendo dois deles em um período de apenas 48 horas.

Bretas também criticou a decisão de Gilmar em despacho ao destacar que "o Ministro Relator, embora não tenha declarado formalmente a nulidade dos atos ora praticados, anulou, monocraticamente e na prática, toda a instrução processual já realizada, ao determinar a repetição de tais atos".

 

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