BRF tentou abafar denúncia de funcionária, dizem investigações

 Investigações da Polícia Federal apontaram que a BRF tentou abafar a denúncia feita por uma funcionária da empresa e até tentou tirar fiscais federais na apurações de um esquema que levou carne contaminada para a mesa do brasileiro e para o exterior; o grupo escondeu a existência da bactéria Salmonella pullorum em 46 mil aves numa fábrica da gigante do ramo de alimentação, adulterou um composto vitamínico dado aos frangos e fraudou resultados de laboratórios; é o que aponta a decisão do juiz federal Andre Wasilewski Duszczak, da 1.ª Vara Federal de Ponta Grossa

 Investigações da Polícia Federal apontaram que a BRF tentou abafar a denúncia feita por uma funcionária da empresa e até tentou tirar fiscais federais na apurações de um esquema que levou carne contaminada para a mesa do brasileiro e para o exterior; o grupo escondeu a existência da bactéria Salmonella pullorum em 46 mil aves numa fábrica da gigante do ramo de alimentação, adulterou um composto vitamínico dado aos frangos e fraudou resultados de laboratórios; é o que aponta a decisão do juiz federal Andre Wasilewski Duszczak, da 1.ª Vara Federal de Ponta Grossa
 Investigações da Polícia Federal apontaram que a BRF tentou abafar a denúncia feita por uma funcionária da empresa e até tentou tirar fiscais federais na apurações de um esquema que levou carne contaminada para a mesa do brasileiro e para o exterior; o grupo escondeu a existência da bactéria Salmonella pullorum em 46 mil aves numa fábrica da gigante do ramo de alimentação, adulterou um composto vitamínico dado aos frangos e fraudou resultados de laboratórios; é o que aponta a decisão do juiz federal Andre Wasilewski Duszczak, da 1.ª Vara Federal de Ponta Grossa (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Investigações da Polícia Federal apontaram que a BRF tentou abafar a denúncia feita por uma funcionária da empresa e até tentou tirar fiscais federais na apurações de um esquema que levou carne contaminada para a mesa do brasileiro e para o exterior. O grupo escondeu a existência da bactéria Salmonella pullorum em 46 mil aves numa fábrica da gigante do ramo de alimentação, adulterou um composto vitamínico dado aos frangos e fraudou resultados de laboratórios. É que aponta a decisão do juiz federal Andre Wasilewski Duszczak, da 1.ª Vara Federal de Ponta Grossa, que o Globo teve acesso. O ex-presidente-executivo global da empresa Pedro de Andrade Faria foi preso.

De acordo com o despacho do magistrado, a PF relatou que uma das granjas fornecedoras da BRF no Paraná informou que recebeu o lote de aves contaminadas, em 2016, mas a empresa fez vista grossa e não notificou as autoridades sanitárias. F

Os policiais começaram a apurar a manipulação de resultados de laboratórios que fraudavam as análises e investigaram a ação da BRF para credenciar os laboratórios suspeitos no sistema oficial do Ministério da Agricultura.

"Quanto as fraudes cometidas em resultados de exames de laboratórios, tinham como objetivo esconder irregularidades, para o fim de obter vantagem indevida, através da destinação a consumo de produtos que deveriam sofrer descarte, como, no caso, os frangos contaminados. Portanto, as alterações/falsificações dos resultados nos laboratórios de Maringá tinham o intuito de ocultar as doenças que acometiam os frangos da planta de Carambeí, os quais eram alimentados com o PREMIX adulterado, facilitando assim a obtenção de vantagem e garantindo a impunidade pela venda de produtos impróprios a consumo, tudo em prejuízo da fiscalização federal', afirmou o juiz.

 

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