Bumlai diz que respasse de lobista foi empréstimo

Acusado em delação de Fernando Baiano de receber propina no esquema da Petrobras para repassá-la a uma nora do ex-presidente Lula, o pecuarista José Carlos Bumlai afirma que os recursos recebidos seriam um empréstimo pedido ao lobista para pagar dívidas com trabalhadores de suas terras; afirma que contratou Baiano para ajudá-lo a vender uma termelétrica e, na ocasião, pediu o dinheiro já que seus negócios no setor agropecuário passam por dificuldades; diz que não recebeu R$ 2 milhões do delator, e sim R$ 1,5 milhão, por meio de uma empresa ligada à OSX, de Eike Batista, para quem prestava serviços

Acusado em delação de Fernando Baiano de receber propina no esquema da Petrobras para repassá-la a uma nora do ex-presidente Lula, o pecuarista José Carlos Bumlai afirma que os recursos recebidos seriam um empréstimo pedido ao lobista para pagar dívidas com trabalhadores de suas terras; afirma que contratou Baiano para ajudá-lo a vender uma termelétrica e, na ocasião, pediu o dinheiro já que seus negócios no setor agropecuário passam por dificuldades; diz que não recebeu R$ 2 milhões do delator, e sim R$ 1,5 milhão, por meio de uma empresa ligada à OSX, de Eike Batista, para quem prestava serviços
Acusado em delação de Fernando Baiano de receber propina no esquema da Petrobras para repassá-la a uma nora do ex-presidente Lula, o pecuarista José Carlos Bumlai afirma que os recursos recebidos seriam um empréstimo pedido ao lobista para pagar dívidas com trabalhadores de suas terras; afirma que contratou Baiano para ajudá-lo a vender uma termelétrica e, na ocasião, pediu o dinheiro já que seus negócios no setor agropecuário passam por dificuldades; diz que não recebeu R$ 2 milhões do delator, e sim R$ 1,5 milhão, por meio de uma empresa ligada à OSX, de Eike Batista, para quem prestava serviços (Foto: Roberta Namour)
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247 - Acusado em delação de Fernando Baiano de receber propina no esquema da Petrobras para repassá-la a uma nora do ex-presidente Lula, o pecuarista José Carlos Bumlai alega que os recursos recebidos seriam um empréstimo para pagar dívidas com trabalhadores de suas terras.

Segundo reportagem de Mônica Bergamo, ele diz que contratou Baiano para ajudá-lo a vender uma termelétrica e, na ocasião, pediu o empréstimo já que seus negócios no setor agropecuário passam por dificuldades.

Nega acusação sobre a nora de Lula e diz que não recebeu R$ 2 milhões do delator, e sim R$ 1,5 milhão, por meio de uma empresa ligada à OSX, de Eike Batista, para quem prestava serviços (leia mais).

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