Campanha deste ano será a primeira com conteúdo político pago nas redes sociais

A legislação é fraca, o território é desconhecido e os precedentes são perigosos; mas o ministro do TSE, Admar Gonzaga, garante que o Brasil estará protegido contra o uso abusivo das redes para favorecer este ou aquele candidato em um ano eleitoral que já nasce conturbado

admar gonzaga
admar gonzaga (Foto: Gustavo Conde)

A legislação é fraca, o território é desconhecido e os precedentes são perigosos. Mas o ministro do TSE, Admar Gonzaga, garante que o Brasil estará protegido contra o uso abusivo das redes para favorecer este ou aquele candidato em um ano eleitoral que já nasce conturbado. 

"Embora proíba a comercialização de e-mails, a legislação brasileira não deixa claro se é permitido vender bancos de dados de eleitores, como aconteceu no escândalo envolvendo o Facebook e a Cambridge Analytica, que trabalhou na campanha digital do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Essas informações podem permitir a marqueteiros criar perfis segmentados, baseados em gostos e personalidades do público, para suas propagandas. Apesar da fragilidade da legislação, a campanha eleitoral deste ano será a primeira a ter conteúdo político pago nas redes sociais" relatam as jornalistas Paula Soprana e Bárbara Nascimento.

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