Cantanhêde: novo governo tem o jeito, a cara, a cor e o cheiro dos militares

A hegemonia militar no ministério de Bolsonaro incomoda até intérpretes da opinião da direita no país, como a jornalista Eliane Cantanhêde, da GloboNews e do jornal O Estado de S. Paulo. São nada menos que cinco militares em cargos no primeiro escalão do futuro governo, o que não acontecia desde a ditadura militar. Para ela, "Bolsonaro está montando um governo verde-oliva, com grande influência dos militares"; e completa:  "o novo governo vai assumindo o jeito, a cara, a cor e o cheiro dos militares do exército, que somam sete no primeiro escalão"

Cantanhêde: novo governo tem o jeito, a cara, a cor e o cheiro dos militares
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247 - A hegemonia militar no ministério de Bolsonaro incomoda até intérpretes da opinião da direita no país, como a jornalista Eliane Cantanhêde, da GloboNews e do jornal O Estado de S. Paulo. São nada menos que cinco militares em cargos no primeiro escalão do futuro governo, o que não acontecia desde a ditadura militar. Para ela, "Bolsonaro está montando um governo verde-oliva, com grande influência dos militares"; e completa:  "o novo governo vai assumindo o jeito, a cara, a cor e o cheiro dos militares do exército, que somam sete no primeiro escalão"

"Além do próprio presidente, capitão reformado do Exército, e do general Hamilton Mourão, vice de Bolsonaro, fazem parte da lista os generais Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Fernando Azevedo Silva, da Defesa, Carlos Alberto Santos Cruz, da Secretaria de Governo, Joaquim Brandão, que deve ir para a Infraestrutura, e o futuro ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, tenente-coronel da reserva da Aeronáutica", lista a jornalista. 

Segundo Cantanhêde, o general Sérgio Etchegoyen, atual chefe do GSI, de grande linhagem militar e boa capacidade de articulação, também pode se juntar ao grupo. "É assim que o futuro governo 'não é militar', como dizem generais, brigadeiros e almirantes, mas cada vez mais vai assumindo o jeito, a cara, a cor e o cheiro dos militares do Exército, que somam sete no primeiro escalão, por ora", aponta. 

A hegemonia militar no ministério de Bolsonaro incomoda até intérpretes da opinião da direita no país, como a jornalista Eliane Cantanhêde, da GloboNews e do jornal O Estado de S. Paulo. São nada menos que cinco militares em cargos no primeiro escalão do futuro governo, o que não acontecia desde a ditadura militar. Para ela, "Bolsonaro está montando um governo verde-oliva, com grande influência dos militares"; e completa:  "o novo governo vai assumindo o jeito, a cara, a cor e o cheiro dos militares do exército, que somam sete no primeiro escalão"

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