Cardozo pede que manifestações não sejam "ação de ódio"

 O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pediu que as manifestações contra a presidente Dilma Rousseff programadas para o próximo domingo (15) não sejam uma "ação de ódio"; "O governo tem essa tolerância com as pessoas que o criticam e gostaríamos muito que essas pessoas não fizessem uma ação de ódio, de raiva. Expressem suas ideias democraticamente, vamos nos tolerar", disse Cardozo 

 O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pediu que as manifestações contra a presidente Dilma Rousseff programadas para o próximo domingo (15) não sejam uma "ação de ódio"; "O governo tem essa tolerância com as pessoas que o criticam e gostaríamos muito que essas pessoas não fizessem uma ação de ódio, de raiva. Expressem suas ideias democraticamente, vamos nos tolerar", disse Cardozo 
 O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pediu que as manifestações contra a presidente Dilma Rousseff programadas para o próximo domingo (15) não sejam uma "ação de ódio"; "O governo tem essa tolerância com as pessoas que o criticam e gostaríamos muito que essas pessoas não fizessem uma ação de ódio, de raiva. Expressem suas ideias democraticamente, vamos nos tolerar", disse Cardozo  (Foto: Paulo Emílio)

247 - O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pediu que as manifestações contra a presidente Dilma Rousseff programadas para o próximo domingo (15) não sejam uma "ação de ódio". "O governo tem essa tolerância com as pessoas que o criticam e gostaríamos muito que essas pessoas não fizessem uma ação de ódio, de raiva. Expressem suas ideias democraticamente, vamos nos tolerar", disse Cardozo nesta quarta-feira (11).

Para o ministro, as manifestações são legítimas desde que ocorrram de foma pacífica e dentro do respeito às regras democráticas, "manifestando-se dentro da lei, dentro da ordem, respeitam-se as autoridades constituídas, afastam-se quaisquer posturas golpistas", observou.

Cardozo evitou comentar se avaliava os protestos como "golpismo". Segundo ele, o país vivenciou uma eleição "legitimamente feita" e que este quadro não deve ser alterado. "Tivemos uma eleição legitimamente feita, a democracia existe no País, não existem quaisquer razoes jurídicas para que se mude esse quadro que está posto", disse.

Apesar disso, ele destacou que existe um quadro de intolerância e que não se pode atacar os que pensam de forma diferente. "Pessoalmente tenho visto de todos os lados muita intolerância. A tolerância é um pressuposto da democracia. O que não podemos ter jamais é uma ação de ódio em que pessoas são estigmatizadas, atacadas pelo simples fato de pensarem ou de terem alinhamentos ideológicos e políticos", justificou.

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