Cármen retira da pauta golpe parlamentarista

A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, retirou da pauta da Corte o julgamento de uma ação que questiona se o Congresso pode instituir o parlamentarismo por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição. De acordo com assessoria do Supremo, a ação foi retirada da pauta a pedido do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo; a deliberação estava marcada para o dia 20 de junho

A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, retirou da pauta da Corte o julgamento de uma ação que questiona se o Congresso pode instituir o parlamentarismo por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição. De acordo com assessoria do Supremo, a ação foi retirada da pauta a pedido do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo; a deliberação estava marcada para o dia 20 de junho
A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, retirou da pauta da Corte o julgamento de uma ação que questiona se o Congresso pode instituir o parlamentarismo por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição. De acordo com assessoria do Supremo, a ação foi retirada da pauta a pedido do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo; a deliberação estava marcada para o dia 20 de junho (Foto: Leonardo Lucena)

247 - A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, retirou da pauta da Corte o julgamento de uma ação que questiona se o Congresso Nacional pode instituir o parlamentarismo por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição. De acordo com assessoria do Supremo, a ação foi retirada da pauta a pedido do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo. A deliberação estava marcada para o dia 20 de junho. 

Uma PEC precisa da aprovação de 3/5 dos deputados e senadores em votação de dois turnos para ser aprovada, mas, enquanto permanecer a intervenção federal no Rio, o Congresso não pode alterar a Constituição Federal.

No ano passado, o senador José Serra (PSDB-SP) conversou com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE) sobre a instalação de uma comissão especial sobre o tema.

O caso havia chegado ao STF em 1997, quando Jaques Wagner (PT), ex-governador da Bahia, era deputado. Na época, ele questionou a tramitação da PEC e reiterou que em 1993 o parlamentarismo foi rejeitado em plebiscito pela população brasileira. 

Participe da campanha de assinaturas solidárias do Brasil 247.Saiba mais.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247