Censura à imprensa: não é hora de ser frouxo, diz Helena Chagas

Após lembrar a declaração de Jair Bolsonaro (PSL) de que não aceita o resultado das urnas que não seja a sua vitória e a decisão do ministro Luiz Fux, que proibiu o ex-presidente Lula de conceder entrevistas, a jornalista afirma que "cabe aos tribunais superiores do Judiciário garantir a ordem e os direitos. O momento pode tolerar muita coisa, menos frouxidão"

Censura à imprensa: não é hora de ser frouxo, diz Helena Chagas
Censura à imprensa: não é hora de ser frouxo, diz Helena Chagas (Foto: Dir.: Marcelo Camargo - ABR)
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247 - "Para ficar só nas últimas horas: o candidato Jair Bolsonaro declarou que não vai aceitar nenhum resultado eleitoral que não seja a vitória dele próprio; um ministro do STF autoriza o ex-presidente Lula a dar uma entrevista e é atropelado por um colega do próprio tribunal, que cassa a decisão e decreta censura à imprensa no que diz respeito a entrevistas de Lula; um juiz é flagrado preparando uma operação para boicotar a eleição de 7 de outubro em um município determinando que o Exército apreendesse as urnas por suposta falta de segurança", escreve a jornalista Helena Chagas.

"Isso não está ocorrendo numa república bananeira qualquer, mas aqui em casa. E não falta apenas uma semana, como muitos dizem, para acabar. Falta um mês para a votação final no segundo turno. Até lá, vamos nos inscrever no programa Meu Lexotan, Minha Vida. Muita calma nessa hora, minha gente, pois está claro que tem gente queremdo melar o jogo e não dá para cair em provocação", acrescenta.

Segundo ela, "não vai ser fácil, e muita coisa vai depender da capacidade do Judiciário de botar ordem na casa". "Mais uma vez, cabe aos tribunais superiores do Judiciário garantir a ordem e os direitos. O momento pode tolerar muita coisa, menos frouxidão", diz.

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