Centrais condenam invasão da Câmara: “ódio e intolerância política”

As seis centrais sindicais reconhecidas formalmente divulgaram nota de repúdio à invasão do plenário da Câmara dos Deputados, por um grupo de "fascistas", como definiram os manifestantes; "A invasão de ontem soma-se a diversas manifestações de ódio e intolerância política promovidas por grupos radicais, antidemocráticos e minoritários, interessados em conturbar ainda mais o ambiente político e, assim, criar as condições para atacar a democracia e os direitos políticos, sociais e trabalhistas", afirmaram as centrais

As seis centrais sindicais reconhecidas formalmente divulgaram nota de repúdio à invasão do plenário da Câmara dos Deputados, por um grupo de "fascistas", como definiram os manifestantes; "A invasão de ontem soma-se a diversas manifestações de ódio e intolerância política promovidas por grupos radicais, antidemocráticos e minoritários, interessados em conturbar ainda mais o ambiente político e, assim, criar as condições para atacar a democracia e os direitos políticos, sociais e trabalhistas", afirmaram as centrais
As seis centrais sindicais reconhecidas formalmente divulgaram nota de repúdio à invasão do plenário da Câmara dos Deputados, por um grupo de "fascistas", como definiram os manifestantes; "A invasão de ontem soma-se a diversas manifestações de ódio e intolerância política promovidas por grupos radicais, antidemocráticos e minoritários, interessados em conturbar ainda mais o ambiente político e, assim, criar as condições para atacar a democracia e os direitos políticos, sociais e trabalhistas", afirmaram as centrais (Foto: Paulo Emílio)

Rede Brasil AtualAs seis centrais sindicais reconhecidas formalmente divulgaram hoje (17) nota de repúdio à invasão do plenário da Câmara dos Deputados, na véspera, por um grupo de "fascistas", como definiram os manifestantes. "A invasão de ontem soma-se a diversas manifestações de ódio e intolerância política promovidas por grupos radicais, antidemocráticos e minoritários, interessados em conturbar ainda mais o ambiente político e, assim, criar as condições para atacar a democracia e os direitos políticos, sociais e trabalhistas", afirmam as entidades.

Para as centrais, a invasão "deve ser duramente repelida por todas as forças democráticas do País e pelas mais altas instituições da República". "Não é possível ser conivente com manifestações que visem solapar a democracia duramente conquistada." Os invasores pediam uma "intervenção militar" no Brasil.

Assinam o documentos os presidentes de CSB (Antonio Neto), CTB (Adilson Araújo), CUT (Vagner Freitas), Força Sindical (Paulo Pereira da Silva, o Paulinho), Nova Central (José Calixto Ramos) e UGT (Ricardo Patah).

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