Centrais organizam atos contra taxação de aço

As principais centrais sindicais decidiram que vão preparar uma série de atos e manifestações contra os Estados Unidos após ameaça de criar tarifas à importação de aço e de alumínio para proteger os produtores americanos; se a taxação anunciada pelo presidente Donald Trump for confirmada, as exportações brasileiras serão afetadas, com a consequente e drástica diminuição da produção e dos empregos no Brasil

As principais centrais sindicais decidiram que vão preparar uma série de atos e manifestações contra os Estados Unidos após ameaça de criar tarifas à importação de aço e de alumínio para proteger os produtores americanos; se a taxação anunciada pelo presidente Donald Trump for confirmada, as exportações brasileiras serão afetadas, com a consequente e drástica diminuição da produção e dos empregos no Brasil
As principais centrais sindicais decidiram que vão preparar uma série de atos e manifestações contra os Estados Unidos após ameaça de criar tarifas à importação de aço e de alumínio para proteger os produtores americanos; se a taxação anunciada pelo presidente Donald Trump for confirmada, as exportações brasileiras serão afetadas, com a consequente e drástica diminuição da produção e dos empregos no Brasil (Foto: Voney Malta)

247 – Diante do anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que assinará a adoção de tarifas à importação de aço e de alumínio para proteger os produtores americanos, as centrais sindicais, preocupadas com os empregos, preparam atos e manifestações em diversos locais.

Nota oficial assinada pelos dirigentes das centrais sindicais diz que o "anúncio da medida causa enorme preocupação de que, se a taxação for confirmada, as exportações brasileiras de aço e alumínio serão afetadas, com diminuição da produção e, consequentemente, dos empregos no Brasil. A intenção é preservar milhares de empregos que serão perdidos na cadeia produtiva do setor e a cota de exportação".

Para as centrais, é "importante também o governo brasileiro buscar negociação com governo americano, acionar a OMC (Organização Mundial do Comércio) visando diminuir os impactos da adoção da tarifa imposta pelos Estados Unidos".

Documento foi assinado pelos seguintes presidentes das entidades sindicais:


Paulo Pereira da Silva (Paulinho da Força)
Presidente  da Força Sindical

Vagner Freitas
Presidente da CUT

Ricardo Patah
Presidente da UGT

Adilson Araújo
Presidente da CTB

José Calixto
Presidente da NCST

Antonio Neto
Presidente da CSB

Miguel Torres
presidente da CNTM/Força Sindical

Paulo Cayres
presidente da CNM/CUT

 

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