Centrais sindicais vão engrossar greve nacional da educação, dia 15

Em reunião nesta quarta-feira (8), representantes das centrais sindicais decidiram engrossar os atos da greve nacional da educação, marcados para o próximo dia 15 de maio, aquecendo as mobilizações rumo à greve geral dos trabalhadores contra a reforma da Previdência, em 14 de junho

Centrais sindicais vão engrossar greve nacional da educação, dia 15
Centrais sindicais vão engrossar greve nacional da educação, dia 15 (Foto: Mídia Ninja)

247 - As centrais sindicais vão engrossar as mobilizações dos estudantes, professores e trabalhadores da educação no atos marcados para o próximo dia 15 de maio, greve nacional da educação.

A decisão foi tomada em reunião nesta quarta-feira (8), que reuniu representantes da CUT, Força, UGT, CTB, CGTB, Intersindical, CSP-Conlutas, Nova Central e CSB. Para os sindicalistas, a mobilização dos educadores contra os cortes de 30% das verbas do setor, será um aquecimento para a greve geral dos trabalhadores contra a reforma da Previdência, marcada para o dia 14 de junho.

"É um grande esquenta em todo o país para a greve geral de toda a classe trabalhadora contra o fim da aposentadoria e para dar um basta ao desemprego", explica o secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre.

"Fizemos um gol na conjuntura com a união das centrais sindicais no Dia Internacional do Trabalhador e recuperamos o sentido da data, que é rememorar as lutas já feitas e organizar as próximas batalhas da classe trabalhadora", completou.

As centrais farão assembleias, atos, mobilizações, panfletagens nas praças, nos locais de trabalho, nas ruas da cidade, com objetivo de explicar o que a reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro impactará na vida da classe trabalhadora e dialogar com a população sobre o dia 14 de junho. 

 

Balanço do 1º de Maio

Além de definir os próximos passos da luta, a reunião das centrais também fez uma balanço sobre o 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador.

"O clima era de fraternidade entre a direção das centrais, mas também por toda militância presente no 1º de maio deste ano e conseguimos colocar nossa agenda de luta na imprensa como um todo", disse Sergio Nobre.

 

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