Cerca de 90% dos postos de SP já têm combustível

Neste final de semana, caminhoneiros e distribuidoras trabalharam em regime especial para solucionar o problema da escassez de combustvel gerada pela greve da categoria

Cerca de 90% dos postos de SP já têm combustível
Cerca de 90% dos postos de SP já têm combustível (Foto: WERTHER SANTANA/AGÊNCIA ESTADO)

Agência Brasil - Os consumidores paulistanos já conseguem encontrar combustível nas bombas da maioria dos postos da capital e da região metropolitana de São Paulo. Segundo levantamento do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo (Sincopetro), a situação foi normalizada em cerca de 90% dos estabelecimentos.

Durante o último final de semana, caminhoneiros e distribuidoras trabalharam em regime especial, inclusive no domingo (11), para que solucionar o problema da escassez de combustível gerada pela paralisação dos caminhoneiros, em protesto à restrição de circulação na Marginal Tietê e outras vias importantes. A greve, iniciada na segunda-feira (5) e encerrada na quarta-feira (7), fez com que a oferta de gasolina, etanol e diesel nos postos da cidade de São Paulo e região metropolitana chegasse a quase zero.

De acordo com o Sincopetro, apesar de o combustível já estar disponível nas bombas, os estoques ainda não foram regularizados. “O normal é que os postos tenham um estoque para três ou quatro dias. No momento, ele não existe. Acredito que até o próximo final de semana isso também já esteja solucionado”, disse o presidente da instituição, José Alberto Gouveia.

Gouveia lembra que, com a restrição de horários imposta pela prefeitura, o número de viagens que o caminhoneiro consegue fazer por dia será reduzido. “Vamos agora avaliar os problemas que isso vai gerar e pensar nas possibilidades”. Ele destacou que na zona sul da capital paulista a entrega de combustível aos postos já é feita durante a noite. “A circulação dos caminhões na Marginal Pinheiros já é proibida há algum tempo e isso levou os abastecimentos para a madrugada. Essa é uma possibilidade para as outras regiões, mas vamos ainda analisar.”

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