CGU abre processo contra empreiteiras

Além das seis empresas citadas na Operação Lava Jato, a Odebrecht, Andrade Gutierrez, Alumini Engenharia e Promon Engenharia serão acionadas por suspeita de corrupção em contratos firmados com a Petrobras; elas correm o risco de serem declaradas inidôneas e perder o direito de fechar novos negócios com a administração pública; além disso, segundo a Lei Anticorrupção, podem pagar multa entre 0,1% e 20% relativa ao faturamento – e ainda ter de devolver aos cofres públicos o dinheiro desviado

Além das seis empresas citadas na Operação Lava Jato, a Odebrecht, Andrade Gutierrez, Alumini Engenharia e Promon Engenharia serão acionadas por suspeita de corrupção em contratos firmados com a Petrobras; elas correm o risco de serem declaradas inidôneas e perder o direito de fechar novos negócios com a administração pública; além disso, segundo a Lei Anticorrupção, podem pagar multa entre 0,1% e 20% relativa ao faturamento – e ainda ter de devolver aos cofres públicos o dinheiro desviado
Além das seis empresas citadas na Operação Lava Jato, a Odebrecht, Andrade Gutierrez, Alumini Engenharia e Promon Engenharia serão acionadas por suspeita de corrupção em contratos firmados com a Petrobras; elas correm o risco de serem declaradas inidôneas e perder o direito de fechar novos negócios com a administração pública; além disso, segundo a Lei Anticorrupção, podem pagar multa entre 0,1% e 20% relativa ao faturamento – e ainda ter de devolver aos cofres públicos o dinheiro desviado (Foto: Roberta Namour)

247 - A Controladoria-Geral da União vai abrir processos administrativos contra as empreiteiras Odebrecht, Andrade Gutierrez, Alumini Engenharia, Promon Engenharia e outras seis citadas na Operação Lava Jato.

Elas serão acionadas por suspeita de corrupção em contratos firmados com a Petrobras. Elas foram citadas em depoimentos de delatores como o ex-diretor de abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef. Até agora, a Odebrecht e a Andrade Gutierrez ainda não foram denunciadas na operação.

As companhias correm o risco de serem declaradas inidôneas e perder o direito de fechar novos negócios com a administração pública. Além disso, segundo a Lei Anticorrupção, podem pagar multa entre 0,1% e 20% relativa ao faturamento – e ainda ter de devolver aos cofres públicos o dinheiro desviado.

Elas também podem aceitar um acordo de leniência com a controladoria para amenizar as penas.

Leia aqui reportagem do 'Estado de S. Paulo' sobre o assunto.

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