CGU multa Vivo e Madero por oferecerem vantagens indevidas a servidores públicos

CGU multou a rede de restaurantes Madero e a operadora de telefonia Vivo por oferecerem vantagens indevidas a funcionários públicos. Em abril, o dono do Madero, Júnior Durski, disse que a economia não podia parar porque “5 ou 7 mil pessoas” iriam morrer devido à pandemia

(Foto: Reuters | Reprodução)
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247 - A Controladoria-Geral da União (CGU) multou a Madero Indústria  e a Comércio e Telefônica Brasil (Vivo) por terem oferecido vantagens indevidas a funcionários públicos. O Madero, pertencente ao empresário Júnior Durski – que em abril disse que não se podia parar a economia porque “5 ou 7 mil pessoas” iriam morrer devido à pandemia – foi multado em R$ 444,6 mil. Já a Vivo terá que pagar R$ 45,747 milhões. 

Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, o Madero foi multado por ter dado dinheiro e alimentos para funcionários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento responsáveis pela fiscalização de unidades da rede de restaurantes no Paraná. A Vivo teria distribuído ingressos para a Copa do Mundo de 2014 para diversos agentes públicos. 

Além da multa, O Madero e a Vivo terão que publicar a decisão da CGU em jornais de circulação nacional, no site da própria empresa, além de destacar em edital nas entradas principais da sede da pessoa jurídica. 

 

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