Ciro já foi braço direito de Steinbruch

Ciro Gomes foi o braço direito de Steinbruch por quase dois anos na CSN e deixou a companhia em maio de 2016 para se dedicar à política", diz a a jornalista Mônica Scaramuzzo; Agora, Steinbruch é uma das apostas do presidenciável do PDT, que diz estar em busca de empresário com discurso desenvolvimentista para angariar votos no Sul e Sudeste", observa

Ciro Gomes foi o braço direito de Steinbruch por quase dois anos na CSN e deixou a companhia em maio de 2016 para se dedicar à política", diz a a jornalista Mônica Scaramuzzo; Agora, Steinbruch é uma das apostas do presidenciável do PDT, que diz estar em busca de empresário com discurso desenvolvimentista para angariar votos no Sul e Sudeste", observa
Ciro Gomes foi o braço direito de Steinbruch por quase dois anos na CSN e deixou a companhia em maio de 2016 para se dedicar à política", diz a a jornalista Mônica Scaramuzzo; Agora, Steinbruch é uma das apostas do presidenciável do PDT, que diz estar em busca de empresário com discurso desenvolvimentista para angariar votos no Sul e Sudeste", observa (Foto: Paulo Emílio)

247 - Ciro Gomes foi o braço direito de Steinbruch por quase dois anos na CSN e deixou a companhia em maio de 2016 para se dedicar à política, informa Mônica Scaramuzzo, n'O Estado de S.Paulo. "Enquanto esteve por lá, Ciro Gomes teve a incumbência de colocar o projeto da ferrovia Transnordestina em pé por ter bom trânsito em Brasília. A ferrovia chegou a atrair investidores, mas não houve avanço. Também de opinião forte, Ciro Gomes era um dos poucos executivos com quem Steinbruch não brigava, segundo uma fonte a par do assunto. Agora, Steinbruch é uma das apostas do presidenciável do PDT, que diz estar em busca de empresário com discurso desenvolvimentista para angariar votos no Sul e Sudeste. No comando da CSN, Steinbruch é considerado centralizador e autoritário. Entre 2013 e 2017, cerca de 40 executivos de alto escalão deixaram a companhia".

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