Ciro quer FGTS para criar 2 milhões de empregos no 1º ano de governo

O presidenciável Ciro Gomes disse que, se eleito, vai criar 2 milhões de empregos em seu primeiro ano de governo; ao lado de líderes do setor da construção, Ciro disse que o setor é fundamental para a criação de novas vagas; a ideia do pedetista é usar recursos do FGTS para estimular setores com potencial para geração de empregos

Ciro quer FGTS para criar 2 milhões de empregos no 1º ano de governo
Ciro quer FGTS para criar 2 milhões de empregos no 1º ano de governo (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

247 - O presidenciável Ciro Gomes disse que, se eleito, vai criar 2 milhões de empregos em seu primeiro ano de governo. Ao lado de líderes do setor da construção, Ciro disse que o setor é fundamental para a criação de novas vagas. A ideia do pedetista é usar recursos do FGTS para estimular setores com potencial para geração de empregos.

Ciro disse: "estou trabalhando, e quero apresentar explicitamente, a meta de criar 2 milhões de empregos no primeiro ano de governo".

Sobre o FGTS, o candidato do PDT afirmou: "tem hoje uma montanha de dinheiro de exigibilidade do FGTS, que estão hoje estocados na especulação financeira por incapacidade da formulação de projetos e excessiva burocracia da União em relação aos municípios e Estados (...) Então, eu limpo isso e começo rapidamente todos os projetos que houver."

"As iniciativas nesse sentido, disse o candidato, começarão pela construção civil. Segundo ele, essa é a área "que mais rapidamente responde [a estímulos], a mais baixo custo, não importa nenhum insumo e emprega pessoas com dificuldade de qualificação, que é o volume mais doído desses atuais 13,7 milhões de desempregados.

Ciro criticou articulações encabeçadas pelo PT para atrair outras legendas do campo da esquerda ou, pelo menos, garantir que elas permanecessem distantes da postulação pedetista ao comando do Palácio do Planalto. Ele citou nominalmente a manobra do partido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para convencer o PSB a permanecer neutro na corrida presidencial. Uma das concessões feitas pelo PT foi a desistência de Marília Arraes ao governo de Pernambuco em favor do governador Paulo Câmara (PSB-PE), que concorre à reeleição."

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