Citado na Lava Jato, Cedraz é reeleito no TCU

Apesar de campanha do Ministério Público e de auditores para que não fosse reconduzido ao cargo, o ministro Aroldo Cedraz foi reeleito presidente do Tribunal de Contas da União nesta quarta-feira 2, por decisão dos integrantes da corte; ele é citado na Operação Lava Jato e alvo de uma sindicância interna que investiga tráfico de influência envolvendo seu filho, o advogado Tiago Cedraz, acusado pelo dono da UTC, Ricardo Pessoa, de receber R$ 1 milhão para atuar em seu favor no TCU; ele presidirá o tribunal por mais um ano

Apesar de campanha do Ministério Público e de auditores para que não fosse reconduzido ao cargo, o ministro Aroldo Cedraz foi reeleito presidente do Tribunal de Contas da União nesta quarta-feira 2, por decisão dos integrantes da corte; ele é citado na Operação Lava Jato e alvo de uma sindicância interna que investiga tráfico de influência envolvendo seu filho, o advogado Tiago Cedraz, acusado pelo dono da UTC, Ricardo Pessoa, de receber R$ 1 milhão para atuar em seu favor no TCU; ele presidirá o tribunal por mais um ano
Apesar de campanha do Ministério Público e de auditores para que não fosse reconduzido ao cargo, o ministro Aroldo Cedraz foi reeleito presidente do Tribunal de Contas da União nesta quarta-feira 2, por decisão dos integrantes da corte; ele é citado na Operação Lava Jato e alvo de uma sindicância interna que investiga tráfico de influência envolvendo seu filho, o advogado Tiago Cedraz, acusado pelo dono da UTC, Ricardo Pessoa, de receber R$ 1 milhão para atuar em seu favor no TCU; ele presidirá o tribunal por mais um ano (Foto: Gisele Federicce)
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247 - O ministro Aroldo Cedraz foi reconduzido à presidência do Tribunal de Contas da União (TCU) nesta quarta-feira 2, por decisão dos demais integrantes da corte. Ele comandará o TCU por mais um ano.

Cedraz é citado na Operação Lava Jato e alvo de uma sindicância no tribunal que investiga tráfico de influência envolvendo seu filho, o advogado Tiago Cedraz, acusado pelo dono da UTC, Ricardo Pessoa, de receber R$ 1 milhão para atuar em seu favor no TCU.

Havia possibilidade de que Cedraz não fosse reeleito, em decorrência das investigações. O ministro também foi alvo de uma campanha do Ministério Público e de auditores para que não fosse reconduzido ao cargo.

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