CNT abre guerra contra caminhoneiros e pede 'uso da força' contra bloqueios

Confederação Nacional do Transporte (CNT) defendeu o fim da greve nacional dos caminhoneiros afirmando que eles "foram muito bem atendidos" pelo governo e que tiveram suas reivindicações atendidas; por meio de nota, a CNT também defendeu o uso da "força policial" para promover o desbloqueio nas rodovias que acontecem em 22 estados e que a entidade classifica como "ilegais"

Caminhoneiros fazem gesto para caminhões pararem 22/05/2018 REUTERS/Rodolfo Buhrer
Caminhoneiros fazem gesto para caminhões pararem 22/05/2018 REUTERS/Rodolfo Buhrer (Foto: Paulo Emílio)

247 - A Confederação Nacional do Transporte (CNT) defendeu o fim da greve nacional dos caminhoneiros afirmando que eles "foram muito bem atendidos" pelo governo e que tiveram suas reivindicações atendidas. Por meio de nota, a CNT também defendeu o uso da "força policial" para promover o desbloqueio nas rodovias que acontecem em 22 estados e que a entidade classifica como "ilegais".

Na semana passada, a CNT também emitiu uma nota onde afirmava que a Petrobras mentia e que a política de reajuste dos preços dos combustíveis, atrelada à cotação internacional do petróleo e que possibilita reajustes quase diários, é "desproporcional", já que os custos da companhia são internos e não externos.

A nova posição da CNT vem na esteira do anúncio feito pelo governo Michel Temer que prevê a redução de R$ 0,46 no preço do litro do diesel por 60 dias e a isenção do pagamento de pedágio para eixos suspensos de caminhões vazios.

Leia a íntegra da nota da CNT.

"A Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera que os caminhoneiros foram muito bem atendidos. O bloqueio de caminhões de propriedade das transportadoras é ilegal e pede força policial para que os veículos das empresas voltem a circular normalmente".

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