Com receio de terceira denúncia, Temer se articula com advogados

Após seus operadores pessoais virarem réus na Operação Skala, da Polícia Federal, Michel Temer intensificou as articulações com advogados e com aliados para se blindar de uma eventual terceira denúncia por parte da Procuradoria-Geral da República; a informação é do blog da jornalista Andréia Sadi; a operação investiga suposto recebimento de propina em troca de favorecimento a empresas do setor portuário

Após seus operadores pessoais virarem réus na Operação Skala, da Polícia Federal, Michel Temer intensificou as articulações com advogados e com aliados para se blindar de uma eventual terceira denúncia por parte da Procuradoria-Geral da República; a informação é do blog da jornalista Andréia Sadi; a operação investiga suposto recebimento de propina em troca de favorecimento a empresas do setor portuário
Após seus operadores pessoais virarem réus na Operação Skala, da Polícia Federal, Michel Temer intensificou as articulações com advogados e com aliados para se blindar de uma eventual terceira denúncia por parte da Procuradoria-Geral da República; a informação é do blog da jornalista Andréia Sadi; a operação investiga suposto recebimento de propina em troca de favorecimento a empresas do setor portuário (Foto: Leonardo Lucena)
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247 - Após amigos e operadores pessoais virarem réus na Operação Skala, da Polícia Federal, Michel Temer intensificou as articulações com advogados e com aliados para se blindar de uma eventual terceira denúncia por parte da Procuradoria-Geral da República. A informação é do blog da jornalista Andréia Sadi. A operação investiga suposto recebimento de propina em troca de favorecimento a empresas do setor portuário na edição do Decreto dos Portos, editado por Temer em maio do ano passado.

O emedebista teve uma reunião nesta segunda-feira (9) no Planalto com Eliseu Padilha e Moreira Franco – seus principais aliados políticos, informou a jornalista.

Dois operadores de Temer viraram réus nesta segunda-feira 9, o operador José Yunes e coronel João Batista Lima, suspeitos de intermediar propina.

 

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