Com restrição de combustíveis, empresas aéreas adotam planos de contingência

A Latam, por exemplo, informou que flexibilizou as regras de remarcação para amenizar os impactos aos passageiros; a empresa ofereceu isenção da cobrança de taxa de remarcação da passagem para nova data à escolha do cliente, sem multas, em voos domésticos com partidas, chegadas ou conexões programadas para os aeroportos de Recife, Brasília e Aracaju nos dias 23 e 24 de maio

A Latam, por exemplo, informou que flexibilizou as regras de remarcação para amenizar os impactos aos passageiros; a empresa ofereceu isenção da cobrança de taxa de remarcação da passagem para nova data à escolha do cliente, sem multas, em voos domésticos com partidas, chegadas ou conexões programadas para os aeroportos de Recife, Brasília e Aracaju nos dias 23 e 24 de maio
A Latam, por exemplo, informou que flexibilizou as regras de remarcação para amenizar os impactos aos passageiros; a empresa ofereceu isenção da cobrança de taxa de remarcação da passagem para nova data à escolha do cliente, sem multas, em voos domésticos com partidas, chegadas ou conexões programadas para os aeroportos de Recife, Brasília e Aracaju nos dias 23 e 24 de maio (Foto: Leonardo Lucena)
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247 - Empresas aéreas começaram a adotar planos de contingência para diminuir as consequência da greve dos caminhoneiros, que entrou no quarto dia nesta quinta-feira (24).

A Latam informou que flexibilizou as regras de remarcação para amenizar os impactos aos passageiros. A empresa ofereceu isenção da cobrança de taxa de remarcação da passagem para nova data à escolha do cliente, sem multas, em voos domésticos com partidas, chegadas ou conexões programadas para os aeroportos de Recife, Brasília e Aracaju nos dias 23 e 24 de maio. Os relatos foram publicados na Folha.

A Gol enviou comunicado aos clientes na noite de quarta-feira (23) recomendando que os passageiros verificassem a situação dos voos antes de se descolarem aos aeroportos. A empresa disse estar aplicando medidas de contingência em toda operação, "mantendo as ações necessárias para minimizar os impactos aos seus clientes".

De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), há problemas de abastecimento de combustíveis nos aeroportos de Brasília e de Congonhas devido à paralisação dos caminhoneiros, que pedem redução nos preços do óleo diesel. 

 

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