Comandante do Exército se preocupa com uso das Forças Armadas em ações de segurança

Comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, criticou pelo Twitter o uso frequente das Forças Armadas em operações de segurança pública por meio das chamadas ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e afirmou que os estados devem encarar o problema "com prioridade zero"; "Preocupa-me o constante emprego do @exercitooficial em "intervenções" (GLO) nos Estados. Só no RN, as FA já foram usadas 3 X, em 18 meses", lembrou

Comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, criticou pelo Twitter o uso frequente das Forças Armadas em operações de segurança pública por meio das chamadas ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e afirmou que os estados devem encarar o problema "com prioridade zero"; "Preocupa-me o constante emprego do @exercitooficial em "intervenções" (GLO) nos Estados. Só no RN, as FA já foram usadas 3 X, em 18 meses", lembrou
Comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, criticou pelo Twitter o uso frequente das Forças Armadas em operações de segurança pública por meio das chamadas ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e afirmou que os estados devem encarar o problema "com prioridade zero"; "Preocupa-me o constante emprego do @exercitooficial em "intervenções" (GLO) nos Estados. Só no RN, as FA já foram usadas 3 X, em 18 meses", lembrou (Foto: Paulo Emílio)

247 - O comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, criticou pelo Twitter o uso frequente das Forças Armadas em operações de segurança pública por meio das chamadas ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).

O general disse estar preocupado com as constantes mobilizações e usou o Rio Grande do Norte como exemplo ao afirmar que, no Estado, as Forças Armadas aturam em ações de GLO por três vezes em apenas 18 meses.

"Preocupa-me o constante emprego do @exercitooficial em "intervenções" (GLO) nos Estados. Só no RN, as FA já foram usadas 3 X, em 18 meses. A segurança pública precisa ser tratada pelos Estados com prioridade "Zero". Os números da violência corroboram as minhas palavras", postou Villas Bôas.

Neste sábado (30), 2,8 mil militares iniciaram uma operação no Rio Grande do Norte e as Forças Armadas assumiram as ações na área de segurança pública, incluindo o comando das polícias, que estão em greve há 11 dias.

 

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