Contra traição do PDT, base quer ministro fora

O governo venceu a guerra da MP 665, primeira etapa do ajuste fiscal, na Câmara, por apenas 25 votos de frente; uma vitória apertada, pois teria perdido sem os 15 votos que teve na oposição, oito do DEM e sete do PSB; não seriam 15 a menos mas 15 do outro lado; a situação foi tão delicada porque aliados, como o PDT, votaram unidos contra o projeto; a revolta do PT e demais legendas da base com o PDT é grande, informa a colunista Tereza Cruvinel; agora esses partidos vão pedir a Dilma e a Temer que haja uma retaliação à altura: se os pedetistas querem ser oposição, serão, mas ficarão sem o Ministério do Trabalho

O governo venceu a guerra da MP 665, primeira etapa do ajuste fiscal, na Câmara, por apenas 25 votos de frente; uma vitória apertada, pois teria perdido sem os 15 votos que teve na oposição, oito do DEM e sete do PSB; não seriam 15 a menos mas 15 do outro lado; a situação foi tão delicada porque aliados, como o PDT, votaram unidos contra o projeto; a revolta do PT e demais legendas da base com o PDT é grande, informa a colunista Tereza Cruvinel; agora esses partidos vão pedir a Dilma e a Temer que haja uma retaliação à altura: se os pedetistas querem ser oposição, serão, mas ficarão sem o Ministério do Trabalho
O governo venceu a guerra da MP 665, primeira etapa do ajuste fiscal, na Câmara, por apenas 25 votos de frente; uma vitória apertada, pois teria perdido sem os 15 votos que teve na oposição, oito do DEM e sete do PSB; não seriam 15 a menos mas 15 do outro lado; a situação foi tão delicada porque aliados, como o PDT, votaram unidos contra o projeto; a revolta do PT e demais legendas da base com o PDT é grande, informa a colunista Tereza Cruvinel; agora esses partidos vão pedir a Dilma e a Temer que haja uma retaliação à altura: se os pedetistas querem ser oposição, serão, mas ficarão sem o Ministério do Trabalho (Foto: Valter Lima)
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Tereza Cruvinel 

O governo venceu a guerra da MP 665 na Câmara por 25 votos.  Teria perdido sem os 15 votos que teve na oposição, oito do DEM e sete do PSB. Não seriam 15 a menos mas 15 do outro lado. Estes oposicionistas votaram por espírito público, não por cargos ou favores de um governo que combatem. Disseram ter votado com a convicção de que a rejeição da MP seria muito danosa ao Brasil.

A dissidência do DEM  é mais notável face à dura oposição que o partido faz ao governo. O grupo foi articulado pelos deputados José Carlos Aleluia e Rodrigo Maia e pelo prefeito de Salvador, ACM Neto. Do lado governo, agiu vice presidente Michel Temer, que mostrou a que veio, inclusive ao setores do PMDB que lhe tem hostilizado, com mais ou menos sutileza.

Já na base governista, o destaque  foi  o PDT, que tendo o ministro do Trabalho no governo, votou unido, e sempre contra. Inclusive hoje, quando a base governista conseguiu derrotar todos os destaques e emendas apresentados pela oposição. A revolta do PT e demais partidos da base com o PDT é grande.

Agora eles vão pedir a Dilma e a Michel que haja uma retaliação à altura . Se os pedetistas querem ser oposição, serão, mas ficarão sem o Ministério do Trabalho. Um jogo a conferir.

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