Contribuição sindical é herança fascista, diz relator da reforma trabalhista

O deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) afirmou nesta segunda-feira 17 que a contribuição sindical "é uma herança fascista que já dura 70 anos" e que a reforma trabalhista propõe que essa contribuição seja opcional; ele também disse que o Brasil tem sindicatos em excesso, somando 17 mil entidades e que acabam sendo pouco representativos; "O Brasil é campeão mundial de sindicatos", declarou

Rogério Marinho 
Rogério Marinho  (Foto: Gisele Federicce)

247 - O deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), relator do projeto de reforma trabalhista que tramita no Congresso Nacional, afirmou nesta segunda-feira 17, durante um evento em São Paulo, que a contribuição sindical é uma herança fascista.

O motivo, segundo ele, é porque a contribuição sindical faz parte dos pontos que falam do direito sindical da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) que foram inspirados nas normas do italiano Benito Mussolini.

"Essa é uma herança fascista que já dura 70 anos. Estamos propondo que a contribuição sindical passe a ser opcional", disse em palestra na Câmara Americana de Comércio (Amcham) sobre a reforma trabalhista, conforme reportagem do Estado de S.Paulo. "É um anacronismo absoluto", acrescentou.

O texto da reforma trabalhista propõe que essa contribuição seja opcional. Marinho também disse que o Brasil tem sindicatos em excesso, somando 17 mil entidades e que acabam sendo pouco representativos. "O Brasil é campeão mundial de sindicatos", criticou.

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