Conselho de Biblioteconomia aciona CGU para impedir Michelle Bolsonaro de ocupar Biblioteca da Presidência

Conselho Federal de Biblioteconomia acionou a CGU sobre a responsabilidade resultante do risco da perda ou danos causados ao acervo da Biblioteca da Presidência da República, que está tendo seu espaço reduzido para abrigar uma sala, destinada a receber a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e a equipe do programa Pátria Voluntária

Bolsonaro desmonta biblioteca do Planalto.
Bolsonaro desmonta biblioteca do Planalto. (Foto: Divulgação)
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247 - O Conselho Federal de Biblioteconomia irá questionar junto à Controladoria-Geral da União (CGU) sobre a responsabilidade resultante do risco da perda ou danos ao acervo da Biblioteca da Presidência da República, que contabiliza mais de 42 mil itens e 3 mil discursos de presidentes que datam desde o início da República. O local está tendo seu espaço reduzido para abrigar uma sala, que terá até banheiro privativo, destinadaa   receber a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, ea equipe do programa Pátria Voluntária. 

Segundo a coluna da jornalista Samanta Sallum, a primeira reação veio do Conselho Regional da 1ª Região que ressaltou os riscos aos documentos e registros históricos da Biblioteca da Presidência da República empilhados indevidamente nos corredores do Palácio do Planalto. Logo em seguida, o Conselho Federal também questionou o fato por meio de um ofício à CGU. 

“Sem se preocuparem com essa instituição centenária, responsável pela memória de todos os Presidentes do nosso país, com um acervo atualizadíssimo de mais de 33 mil volumes, decidiram reduzir o espaço pela metade, deixando o acervo fechado e eliminando todos os espaços de convivência, estudo e leitura que estavam acessíveis para a população”, destaca o texto. Para o biblioteconomista e presidente do Conselho, Fábio Lima Cordeiro, “o prejuízo para a memória do país já se sabe, será alto. 

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