CUT: entregar Eletrobras a preço de banana não vai resolver as contas do País

Presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, criticou nesta terça-feira, 22, a proposta de privatização da Eletrobras pelo governo de Michel Temer; "Vender os ativos brasileiros do setor de energia a preço de banana para o capital estrangeiro não vai tirar as contas do país do vermelho, vai penalizar ainda mais a classe trabalhadora e toda a sociedade que voltará a correr o risco de conviver com apagões e pagará contas de energia mais altas", diz Freitas, em nota assinada em conjunto com o presidente da Confederação Nacional dos Urbanitários, Paulo de Tarso Guedes

Presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, criticou nesta terça-feira, 22, a proposta de privatização da Eletrobras pelo governo de Michel Temer; "Vender os ativos brasileiros do setor de energia a preço de banana para o capital estrangeiro não vai tirar as contas do país do vermelho, vai penalizar ainda mais a classe trabalhadora e toda a sociedade que voltará a correr o risco de conviver com apagões e pagará contas de energia mais altas", diz Freitas, em nota assinada em conjunto com o presidente da Confederação Nacional dos Urbanitários, Paulo de Tarso Guedes
Presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, criticou nesta terça-feira, 22, a proposta de privatização da Eletrobras pelo governo de Michel Temer; "Vender os ativos brasileiros do setor de energia a preço de banana para o capital estrangeiro não vai tirar as contas do país do vermelho, vai penalizar ainda mais a classe trabalhadora e toda a sociedade que voltará a correr o risco de conviver com apagões e pagará contas de energia mais altas", diz Freitas, em nota assinada em conjunto com o presidente da Confederação Nacional dos Urbanitários, Paulo de Tarso Guedes (Foto: Aquiles Lins)

247 - O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, criticou nesta terça-feira, 22, a proposta de privatização da Eletrobras pelo governo de Michel Temer. 

"Vender os ativos brasileiros do setor de energia a preço de banana para o capital estrangeiro não vai tirar as contas do país do vermelho, vai penalizar ainda mais a classe trabalhadora e toda a sociedade que voltará a correr o risco de conviver com apagões, pagará contas de energia mais altas e ainda conviverá com o empobrecimento das regiões onde estão instaladas as empresas do sistema Eletrobras", diz Freitas, em nota assinada em conjunto com o presidente da Confederação Nacional dos Urbanitários, Paulo de Tarso Guedes. 

Leia, abaixo, a nota da CUT sobre privatização da Eletrobras:

"O desespero do governo golpista para conseguir reduzir o rombo nas contas públicas é tamanho que Temer não se constrange ao anunciar a privatização da Eletrobras como se fosse uma medida positiva para o país.

Vender os ativos brasileiros do setor de energia a preço de banana para o capital estrangeiro não vai tirar as contas do país do vermelho, vai penalizar ainda mais a classe trabalhadora e toda a sociedade que voltará a correr o risco de conviver com apagões, pagará contas de energia mais altas e ainda conviverá com o empobrecimento das regiões onde estão instaladas as empresas do sistema Eletrobras.

Temer vai na contramão de países como Alemanha e Estados Unidos que barraram a compra de ativos estratégicos nacionais fundamentais para o desenvolvimento e equilíbrio da economia interna, além de ser um serviço essencial para a sociedade.

Para a CUT e CNU, a venda da Eletrobras, a maior empresa estatal de energia da América Latina, é mais uma operação de caixa deste governo corrupto, que não avaliou as consequências estratégicas para toda a população.

Vender a Eletrobras significa abrir mão da soberania energética e condenar milhares de brasileiros a privação do acesso à energia. É mais um retrocesso, mais uma medida contrária aos interesses do Brasil e dos brasileiros.

A CUT e a CNU, junto a todos os sindicatos filiados, vão organizar a classe trabalhadora para defender as empresas, o Brasil e os brasileiros. Temos de barrar esse crime de lesa-pátria, promovido por um governo sem a legitimidade das urnas, que tem mais de 95% de rejeição e vem torrando o patrimônio do povo brasileiro.

São Paulo, 22 de agosto de 2017

Vagner Freitas, presidente nacional da CUT
Paulo de Tarso Guedes, presidente da Confederação Nacional dos Urbanitários"

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