CUT: “retomada de direitos e da democracia são desafios deste 1º de Maio”

Secretária da Mulher Trabalhadora da CUT, Junéia Martins Batista diz que a flexibilização de direitos que haviam sido conquistados com a CLT afeta toda a classe trabalhadora; a dirigente lembra que os mais jovens que buscam o primeiro emprego e as mulheres, principalmente as negras, são as mais prejudicadas

Brasília- DF 07-04-2016 Presidenta, Dilma durante Encontro com Mulheres em Defesa da Democracia Palácio do Planalto Foto Lula Marques/Agência PT
Brasília- DF 07-04-2016 Presidenta, Dilma durante Encontro com Mulheres em Defesa da Democracia Palácio do Planalto Foto Lula Marques/Agência PT (Foto: Leonardo Lucena)

Por Dri Delorenzo, Revista Forum  - Neste ano as manifestações do 1º de Maio convocadas pelas centrais sindicais serão focadas na defesa da liberdade do ex-presidente Lula e na denúncia de perda de direitos trabalhistas. CUT, CTB, e Intersindical, além das frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, estão organizando um ato unificado em Curitiba, onde desde o dia 7 de abril Lula é preso político. Segundo a secretária da Mulher Trabalhadora da CUT, Junéia Martins Batista, neste 2018, o desafio será defender a “retomada de direitos e da democracia”.

Para Junéia, a flexibilização de direitos que haviam sido conquistados com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) afeta toda a classe trabalhadora. Ela lembra que os mais jovens que buscam o primeiro emprego e as mulheres, principalmente as negras, são as mais prejudicadas. “Os próprios avanços que tivemos com a PEC das empregas domésticas estão ameaçados com as mudanças na legislação trabalhista”, destaca. Isso porque a reforma trabalhista abriu outras possibilidades de contratações do trabalhador, como o trabalho intermitente e parcial.

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