CUT terá ato por direitos e contra golpismo em 24 cidades

Manifestação do dia 13 de março, que promete atingir 24 capitais do país, ganha força como contraponto à marcha golpista convocada pela oposição contra a presidente Dilma Rousseff: "Não é um ato nem a favor nem contra o governo", disse o presidente da CUT, Vagner Freitas; "Só não achamos que se justifique, em um governo com 69 dias de existência e que não ocorreu nada, um pedido de impeachment"; apesar de dizer que não irá ao ato dos sindicatos, o ex-presidente Lula afirmou torcer para que "compareça muita gente"

Manifestação do dia 13 de março, que promete atingir 24 capitais do país, ganha força como contraponto à marcha golpista convocada pela oposição contra a presidente Dilma Rousseff: "Não é um ato nem a favor nem contra o governo", disse o presidente da CUT, Vagner Freitas; "Só não achamos que se justifique, em um governo com 69 dias de existência e que não ocorreu nada, um pedido de impeachment"; apesar de dizer que não irá ao ato dos sindicatos, o ex-presidente Lula afirmou torcer para que "compareça muita gente"
Manifestação do dia 13 de março, que promete atingir 24 capitais do país, ganha força como contraponto à marcha golpista convocada pela oposição contra a presidente Dilma Rousseff: "Não é um ato nem a favor nem contra o governo", disse o presidente da CUT, Vagner Freitas; "Só não achamos que se justifique, em um governo com 69 dias de existência e que não ocorreu nada, um pedido de impeachment"; apesar de dizer que não irá ao ato dos sindicatos, o ex-presidente Lula afirmou torcer para que "compareça muita gente" (Foto: Roberta Namour)

247 – O ato convocado pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), com participação de nove entidades ligadas a movimentos sociais, como MST e UNE, ganha força nos bastidores como o movimento contra o golpismo da oposição.

A manifestação, que deve atingir 24 capitais do país, ocorre nesta sexta-feira, dois dias antes da marcha golpista convocada pela oposição contra o governo Dilma Rousseff.

Até então, a bandeira do movimento dizia respeito apenas à defesa da Petrobras e do direito dos trabalhadores.

"Não é um ato nem a favor nem contra o governo", disse o presidente da CUT, Vagner Freitas; "Só não achamos que se justifique, em um governo com 69 dias de existência e que não ocorreu nada, um pedido de impeachment".

Apesar não confirmar presença no evento, o ex-presidente Lula e de o governo ter pedido à CUT para cancelar manifestação, o ex-presidente afirmou torcer para que “compareça muita gente”.

"O sindicato tem razão de fazer a manifestação, espero que compareça muita gente. Que a CUT e o movimento sindical possa contribuir para nosso governo acertar e fazer as melhores coisas que têm que ser feitas", afirmou Lula, em entrevista divulgada na noite de segunda-feira pela “Rede Brasil Atual”, ligada a movimentos sindicais.

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