DCM: crescimento de Haddad é a revanche de quem sofreu com o golpe

"Haddad/Lula é um movimento pelo resgate do que o golpeachment (para usar uma expressão do sociólogo Jesse Souza) tirou do Brasil. Já Bolsonaro/militares é uma opção pela autocracia, a redução de direitos em nome de uma suposta garantia da ordem", diz o jornalista Joaquim de Carvalho, no Diario do Centro do Mundo

DCM: crescimento de Haddad é a revanche de quem sofreu com o golpe
DCM: crescimento de Haddad é a revanche de quem sofreu com o golpe (Foto: Stuckert)

247 - "Fernando Haddad é Lula, Lula é Haddad. Esta é força que levará o ex-prefeito de São Paulo para o segundo turno das eleições. O resto é conversa, e haverá muita conversa até o dia 7 de outubro. Serão palavras vazias. De concreto, o que as pesquisas revelam", diz o jornalista Joaquim de Carvalho, no Diario do Centro do Mundo. "Haddad/Lula é um movimento pelo resgate do que o golpeachment (para usar uma expressão do sociólogo Jesse Souza) tirou do Brasil. Já Bolsonaro/militares é um opção pela autocracia, a redução de direitos em nome de uma suposta garantia da ordem".

Segundo o jornalista, "Alckmin teria alguma chance se o projeto econômico de Michel Temer tivesse dado certo. Ciro talvez tivesse êxito se não tivesse ficado na metade do caminho. Ele poderia ter sido o herdeiro dos votos de Lula, mas escolheu um discurso ambíguo. Não ficou nem de um lado, nem de outro". "Marina Silva morreu politicamente quando abraçou Aécio Neves em 2014. Ela é hoje um corpo político que flutua, à espera da invencível lei da gravidade para estatelar no chão", acrescenta.

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