DCM: na Bíblia de Bretas não existe o trecho em que Jesus fala de hipocrisia

Jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, observa que o juiz federal Marcelo Bretas, responsável pelos processos da Lava Jato no Rio de Janeiro, apesar de ser um "evangélico praticante que gosta de citar a Bíblia em suas sentenças", "precisa meditar e praticar mais" no que diz respeito ao auxílio moradia recebido por ele e pela mulher, "o que é proibido a casais de juízes que morem juntos"; "Outro irmão em Cristo, Deltan Dallagnol, faz especulação imobiliária com o Minha Casa Minha Vida, programa criado para pessoas de baixa renda — o que não é caso do procurador, muito pelo contrário", destaca

Jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, observa que o juiz federal Marcelo Bretas, responsável pelos processos da Lava Jato no Rio de Janeiro, apesar de ser um "evangélico praticante que gosta de citar a Bíblia em suas sentenças", "precisa meditar e praticar mais" no que diz respeito ao auxílio moradia recebido por ele e pela mulher, "o que é proibido a casais de juízes que morem juntos"; "Outro irmão em Cristo, Deltan Dallagnol, faz especulação imobiliária com o Minha Casa Minha Vida, programa criado para pessoas de baixa renda — o que não é caso do procurador, muito pelo contrário", destaca
Jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, observa que o juiz federal Marcelo Bretas, responsável pelos processos da Lava Jato no Rio de Janeiro, apesar de ser um "evangélico praticante que gosta de citar a Bíblia em suas sentenças", "precisa meditar e praticar mais" no que diz respeito ao auxílio moradia recebido por ele e pela mulher, "o que é proibido a casais de juízes que morem juntos"; "Outro irmão em Cristo, Deltan Dallagnol, faz especulação imobiliária com o Minha Casa Minha Vida, programa criado para pessoas de baixa renda — o que não é caso do procurador, muito pelo contrário", destaca (Foto: Paulo Emílio)

247 - O jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, observa que o juiz federal Marcelo Bretas, responsável pelos processos da Lava Jato no Rio de Janeiro, diz que apesar dele ser um "evangélico praticante que gosta de citar a Bíblia em suas sentenças", "precisa meditar e praticar mais" no que diz respeito ao auxílio moradia recebido por ele pela mulher, Simone Diniz Bretas, "o que é proibido a casais de juízes que morem juntos".

Nogueira destaca que Bretas, juntamente com mais quatro colegas, conseguiu o benefício após ingressar com uma ação judicial pleiteando o direito de receber o subsídio.

"O que Bretas faz é, no mínimo, imoral — e especialmente constrangedor para um sujeito que vive de apontar o dedo para os pecados alheios em nome de Deus, numa necessidade de aparecer patológica", diz o jornalista.

"A mamata lhe dá uma renda extra de cerca de R$ 10 mil. Outro irmão em Cristo, Deltan Dallagnol, faz especulação imobiliária com o Minha Casa Minha Vida, programa criado para pessoas de baixa renda — o que não é caso do procurador, muito pelo contrário".

Leia a íntegra da matéria.

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