Decisão de Gilmar está “maculada pela suspeição”

Parcialidade da decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, que suspendeu a posse do ex-presidente Lula como chefe da Casa Civil, foi levantada pelo jurista Walter Maierovitch: "está maculada pelo vício da suspeição"; "Ele adiantou o que pensava da ida de Lula para o governo e não se pode dar um juízo de valor fora do devido processo", observou Maierovitch; liminar contra posse de Lula será analisada pela segunda turma do Supremo, da qual fazem parte os ministros Dias Toffoli, Celso de Mello, Carmen Lúcia e Teori Zavascki

Parcialidade da decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, que suspendeu a posse do ex-presidente Lula como chefe da Casa Civil, foi levantada pelo jurista Walter Maierovitch: "está maculada pelo vício da suspeição"; "Ele adiantou o que pensava da ida de Lula para o governo e não se pode dar um juízo de valor fora do devido processo", observou Maierovitch; liminar contra posse de Lula será analisada pela segunda turma do Supremo, da qual fazem parte os ministros Dias Toffoli, Celso de Mello, Carmen Lúcia e Teori Zavascki
Parcialidade da decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, que suspendeu a posse do ex-presidente Lula como chefe da Casa Civil, foi levantada pelo jurista Walter Maierovitch: "está maculada pelo vício da suspeição"; "Ele adiantou o que pensava da ida de Lula para o governo e não se pode dar um juízo de valor fora do devido processo", observou Maierovitch; liminar contra posse de Lula será analisada pela segunda turma do Supremo, da qual fazem parte os ministros Dias Toffoli, Celso de Mello, Carmen Lúcia e Teori Zavascki (Foto: Aquiles Lins)

247 - O meio jurídico brasileiro já está questionando a parcialidade da decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na decisão que suspendeu a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro da Casa Civil.

Para o jurista Wálter Maierovitch, liminar de Gilmar Mendes "está maculada pelo vício da suspeição".  "Ele adiantou o que pensava da ida de Lula para o governo e não se pode dar um juízo de valor fora do devido processo", apontou o jurista. 

A decisão liminar de Mendes agora terá de ser analisada pela segunda turma do STF, à qual ele pertence, junto com os ministros Dias Toffoli, Celso de Mello, Carmen Lúcia e Teori Zavascki. Mendes será o relator natural da matéria.

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